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Estão violando estátuas e monumentos de heróis acreanos em Rio Branco

Por Redação Juruá em Tempo.2 de julho de 2019Updated:3 de julho de 20194 Minutos de Leitura
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Da espada de Plácido de Castro, ao “filho” de Chico Mendes e agora a “cabeça” do coronel Sebastião Dantas, tudo está sendo levado pelos vândalos e ladrões

“Sumiram, de novo, com a cabeça do vovô’, disse o fiscal de renda da Secretaria de Fazenda do Governo do Estado, Sebastião Gomes Dantas Neto, 62 anos, ao se encontrar com um grupo de amigos na “Pensão da Nazira”, dentro do chamado “Novo Mercado Velho”, para denunciar a depredação da estátua em que são rendidas homenagens a seu avô, o coronel e seringalista Sebastião Gomes Dantas, já falecido. A estátua foi ali colocada pelo então governador Francisco Wanderley Dantas, que governou o Acre de 1970 a 1974 e foi responsável pela construção da segunda ponte, a de alvenaria, sobre o rio Acre, ligando os dois distritos de Rio Branco, a qual recebeu o nome do pai do governador, com direito à estátua.

Ao dizer que sumiram com a cabeça do vovô de novo, Sebastião Gomes Dantas Neto, sobrinho do governador Wandeley, se refere ao fato de, sob o governo de Jorge Viana, que governou o Acre de 1989 a 2006, quando foram iniciadas as obras de revitalização do chamado Mercado Velho, no entorno de uma das cabeceiras da ponte, o busto ter sido retirado do local. A retirada foi determinada pelo então governador Jorge Viana para que ficasse guardado enquanto ocorriam as obras de restauração no local. Obra concluída, a estátua foi devolvida não exatamente ao local original, mas ainda na cabeceira da ponte ao lado do mercado.

“Creio que o governador quis homenagear meu avô dando-lhe um local de honra, mas o fato é que a estátua ficou um tanto escondida e passou a ser alvo dos vândalos”, disse o neto do homenageado. “Primeira, vieram as pichações e agora o furto de seu rosto”, disse o Neto.

A depredação em relação à estátua que homenageia o seringalista Sebastião Dantas, herói da Revolução Acreana e que lutou ao lado de Plácido de Castro pela conquista do território do jugo dos bolivianos, também atinge a outros monumentos. E não é de hoje. Em julho de 2018, sumiram com a estátua que segurava a mão da estátua de Chico Mendes, na Praça “Povos da Floresta”, no centro de Rio Branco. A figura do menino retratava Sandino Mendes, filho do sindicalista assassinado em Xapuri, em 1988, com pouco mais de um metro de cumprimento.

Não longe dali, na Praça da Revolução, até a estátua que homenageia o maior dos heróis acreanos, Plácido de Castro, também está sendo maculada pelos vândalos. Apesar de vizinho do quartel geral da Polícia Militar, instalado a menos de 300 metros da Praça construída no entorno da estátua do herói, a espada que o monumento conservava à mão direita enquanto com a mão esquerda aponta em sinal de direção e comando, vem sendo rotineiramente roubada do local. Numa das vezes em que a espada sumiu, Plácido de castro “apareceu” empunhando uma flor, em sinal de que o vandalismo pode ter evocado algum protesto em relação à violência.

Em Cruzeiro do Sul, as estátuas dos principais heróis do Vale do Juruá, o fundador da cidade, Marechal Thaumaturgo de Azevedo, e do falecido governador Orleir Cameli, até agora não foram corrompidas, nem mesmo pichadas – sinal de que, na segunda maior cidade do Acre, os heróis ainda são referenciados

Para Sebastião Dantas, o neto do velho seringalista, que está fazendo uma verdadeira campanha pela recuperação do busto de seu avô, a violação aos monumentos só tem uma explicação: as drogas. “Os drogados descobriram que há cobre e outros materiais com algum valor no mercado. Eles estão violando as estátuas para poderem vendê-la e faturar algum dinheiro para financiar o vício. É isso o que penso”, disse Sebastião Dantas.

O poeta gaúcho Mário Quintana, nascido em 1906 e falecido em 1994, em Porto Alegre (RS), enquanto viveu, fez campanhas públicas para que, após sua morte, não se erigisse qualquer estátua em sua homenagem. Dizia que, além do incômodo de o homenageado servir como abrigo de pombos na hora de defecar, “esse negócio de estátua é uma forma pública de anonimato”. Talvez tivesse razão o velho poeta.

 

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