Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Pai condenado a 61 anos por estuprar filhas gêmeas de 14 anos é preso
  • Acre recebe R$ 50 milhões em obras na BR-364 para recuperar Estrada do Aeroporto em Rio Branco
  • Deracre leva 2,5 mil toneladas de rachão à Terceira Entrada de Tarauacá
  • Trend de influenciador acreano vira campanha institucional em Rio Branco
  • Governadora Mailza Assis faz história ao inaugurar o Hospital Dr. Baba em Feijó
  • No Acre, motociclista morre e passageiro fica em estado grave após colisão envolvendo três veículos
  • Acidente envolvendo carro e moto deixa um morto em rodovia no Acre
  • IML identifica corpo encontrado boiando em Igarapé de Cruzeiro do Sul
  • Tierry reúne multidão em frente ao Palácio na festa do trabalhador
  • Um em cada 4 presos no sistema prisional do Acre ainda não foi condenado e pode ser inocente
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, maio 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Top Notícias

Análises mostram melhoria na farinha de Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá em Tempo.29 de novembro de 20193 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Agricultores de Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima (AC) receberam, na semana passada, os resultados das primeiras análises realizadas em 43 amostras de farinha de mandioca. Seis meses após a primeira devolutiva dos resultados e com pequenos ajustes, a maioria das amostras, 70%, já se enquadra no tipo 1, de acordo com a legislação vigente. Em abril, quando o trabalho começou, apenas 13% foram classificadas como do tipo 1.

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Acre, Virgínia Álvares, são avaliados aspectos bem específicos como acidez, teor de fibra bruta e umidade, entre outros. “Por ser um produto artesanal, ainda há alguns aspectos para se adequarem à legislação. O processo não é totalmente padronizado e há grande variabilidade nas características físico-químicas, não se controlando a temperatura do forno ou a malha da peneira, por exemplo. Mas esse saber-fazer diferenciado é que justifica a obtenção do selo de Indicação Geográfica. Nosso objetivo com essa iniciativa não é padronizar, mas apenas dar recomendações para que o produto esteja de acordo com os parâmetros definidos pela legislação”, explica.

Para o agricultor José do Nascimento Araújo, conhecido como Lira, foi bom saber como está a classificação da farinha que produz. “Agora vou trabalhar para adaptar a infra-estrutura ou o processo de produção e melhorar ainda mais. Muito interessante ver o laudo porque eu não tinha essa noção tão bem definida”, disse. Lira foi um dos produtores rurais contemplados pelo Governo do Acre com kits de equipamentos para incrementar a casa de farinha, inclusive um forno mecânico.

Interação

A devolutiva dos resultados é uma forma de interação com a comunidade produtora de farinha do Juruá . “É muito importante estabelecer esse diálogo com os agricultores para valorizar ainda mais o conhecimento deles e modo de fazer da farinha de Cruzeiro do Sul”, afirma Alvares. Essa prerrogativa está alinhada aos conceitos e objetivos do Projeto Integrado da Amazônia, executado com recursos do Fundo Amazônia e gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

As análises serão realizadas até 2021 e integram as atividades do projeto “Consolidação da Indicação Geográfica “Cruzeiro do Sul” como estratégia para o desenvolvimento rural da Regional Juruá”, desenvolvido pela Embrapa em parceria com Serviço Nacional de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Superintendência Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e contempla ainda outras ações. Uma delas é a elaboração do Plano de Controle da Farinha, que será validado pelos agricultores e aborda aspectos como amostragem para classificação, papel dos atores no processo de qualificação da IG, rastreabilidade, triagem, rotulagem, dentre outros.

“Esse documento é importante porque é a garantia que o produto vai ter qualidade, será monitorado e terá rastreabilidade. Já que a fama é vinculada ao território, é necessário esse controle de qualidade para evitar fraude no processo”, afirma Álvares. A equipe do Sebrae está elaborando a Normativa do Conselho Regulador, que prevê o que Conselho Regulador executa, o que cabe ao agricultor, o papel da instituição representativa dos agricultores e das organizações parceiras. O Conselho Regulador é responsável pela gestão do selo da Indicação Geográfica e se reúne regularmente. Já foram realizadas 5 reuniões em 2019 com representantes dos agricultores e das instituições parceiras.

  • ASCOM Embrapa.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.