Rio Branco, Acre, 1 de março de 2021

Efeitos colaterais da vacina: o que se sabe sobre a segurança dos imunizantes contra a covid-19

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Redação Juruá em Tempo
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Em qualquer discussão sobre se uma vacina é segura, há um dado que vale a pena ter em mente: 1 em 850.

Cerca de 1 em cada 850 habitantes do Brasil já morreu de uma doença respiratória grave durante a pandemia de covid-19 em 2020, um patamar 20 vezes maior do que em 2019. Esta é a ameaça conhecida da doença em relação à qual todos os riscos de medicamentos e vacinas devem ser analisados.

Na medicina, há uma importante diferença entre “seguro” e “inofensivo” e também entre “risco” e “arriscado”. E sempre existe algum tipo de risco envolvido em vacinas.

Até agora, duas pessoas no Reino Unido que receberam a vacina da Pfizer/BioNTech contra o coronavírus tiveram reações alérgicas. Médicos afirmam que elas tiveram uma reação anafilactoide, que tende a envolver erupção na pele, falta de ar e, às vezes, queda da pressão arterial. Isso não é a mesma coisa que anafilaxia, que pode ser fatal. Ambas são funcionários do NHS (o SUS britânico), têm histórico de alergias graves e carregam sempre canetas de adrenalina.

Peter Openshaw, professor e especialista em imunologia do Imperial College London, disse: “O fato de descobrirmos tão precocemente essas duas reações alérgicas e de o órgão regulador britânico ter agido logo sobre isso ao emitir um veto à vacina para pessoas com alergias graves mostra que o sistema de monitoramento está funcionando bem.”

Repórter de Saúde e Ciência da BBC

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