Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • O que é mínimo existencial e como esse valor impacta na renda dos superendividados
  • Lula passa por dois procedimentos médicos no Sírio-Libanês
  • Trump anuncia prorrogação por três semanas de cessar-fogo entre Israel e Líbano
  • Gilmar cita ideia de fazer ‘boneco de Zema como homossexual’ e diz que seria ofensivo
  • TSE aprova repasse de R$ 13,2 milhões para eleições no exterior
  • Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber parcela do 13º salário
  • Mega-Sena acumulada vai sortear R$ 100 milhões no próximo sábado
  • Governo quer converter receitas extras com petróleo em desonerações
  • Jorge Viana aciona STF e Flávio Dino investiga emendas de Bittar à Santa Casa e obras de infraestrutura
  • Friale vê inverno dentro da média e sem cenário de seca severa no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, abril 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Policial militar é acusado de espancar mulher com murros e chutes em festa de réveillon

Por Redação Juruá em Tempo.6 de janeiro de 20213 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Willamis França, do Notícias da Hora – O cabo da Polícia Militar do Acre, Jarleson, está sendo acusado de ter espancando a jovem Joyce Meirelles na saída de uma festa de réveillon, na noite de quinta-feira, 31, para o dia 1º, sexta-feira. A denúncia foi feita pela própria vítima em seu perfil no Instagram na tarde desta terça-feira, 5. Ela alega ter recebido chutes nos braços, seios e murro no rosto.

A jovem publicou diversas fotos em que são nítidos os hematomas, resultados da agressão cometida pelo militar. Antes de ser espancada, a vítima teria se envolvido em uma briga e teria agredido uma outra pessoa que estava na festa. Joyce disse ter atingido a mulher com uma taça de bebida e se afastou quando viu que havia provocado um ferimento profundo na mesma. Em seguida, conta a vítima, o policial a abordou de forma violenta, na saída do ambiente, onde teve início à sessão de espancamento.

WhatsApp Image 2021 01 05 at 20.40.41

Ao Notícias da Hora, o militar disse que agiu em legítima defesa de terceiros. Veja a nota na íntegra.

NOTA

Acontece que no dia 1° de janeiro, durante uma comemoração de réveillon totalmente familiar, o amigo de um parente chegou na festa acompanhado dessa cidadã, que passou a ingerir bastante bebida alcoólica e em determinado momento por motivo de ciúmes se apossou de uma taça de vidro e começou a atacar uma outra moça que estava na companhia de meu irmão, realizando várias perfurações na face da menina, momento em que eu, enquanto policial militar e temendo por meus familiares que estavam próximos da briga, inclusive minha irmã grávida de 7 meses e minha esposa, me identifiquei como PM agi em legítima defesa de terceiro, tentando cessar a injusta agressão e retirar a agressora de perto de meus familiares e da vítima.

Fiz uso progressivo e necessário da força até que a mesma saísse de dentro da propriedade de meu familiar e entrasse no carro para ir embora, momento em que quando a mesma se preparava para deixar o local começou a gritar que “ela era da facção B13 e que todo mundo ali iria se f…”. De imediato a vítima que teve o rosto perfurado foi levada às pressas para receber atendimento hospitalar tendo em vista que seus rosto totalmente dilacerado não parava de sangrar, e eu me dirigi até a delegacia da regional para registrar um boletim de ocorrência de toda minha ação, tendo em vista que a mesma foi totalmente proporcional e legal conforma determina a lei. Acontece que desde então, minha imagem tem sido compartilhada em redes sociais com recompensa para quem souber o meu endereço, bem como ligações com ameaças de um suposto irmão da vítima se dizendo membro da referida facção criminosa.

Acredito na justiça dos homens e mais ainda na justiça de Deus, e tenho total convicção da legalidade de minha ação e estou com a sensação de dever cumprido de ter impedido um possível homicídio, tendo em vista que se um dia cortes tivessem atingido uma artéria a vítima poderia ter sangrado até a morte no local.

VEJA O VÍDEO 

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.