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Professora que ficou entubada por conta da Covid-19 recebe alta no AC e comemora: ‘Voltei da morte’

Por Redação Juruá em Tempo.8 de janeiro de 20213 Minutos de Leitura
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Após passar seis dias entubada na Unidade de Terapia Intensiva do pronto-socorro de Rio Branco, a professora e psicóloga Giselda Maria Nepomusceno, de 53 anos, venceu a Covid-19 e recebeu alta do hospital na tarde dessa quinta-feira (7). Recepcionada pela filha, Victória Silveira e mais alguns familiares e amigos, ela seguiu para casa e se recupera das sequelas deixadas pela doença.

Foram dias difíceis. Giselda, que foi internada no dia 22 de dezembro, não reagia aos tratamentos, como o de plasma, quando a família chegou a fazer campanha por doação. E por não reagir, ela foi levada para a UTI, onde passou seis dias. Após apresentar uma melhora, ela foi acordada e desentubada no dia 1º de janeiro. Quase uma semana depois ela deixou o hospital e comemora.

“Realmente eu voltei da morte”, diz e logo em seguida faz uma pausa, respira fundo, ainda cansada pelos efeitos da doença.

Só então ela continua o relato: “Estou muito feliz, fui tratada por uma equipe muito competente. A UTI do PS não deixou a desejar, uma equipe de jovens, mas, teve certos momentos dentro da UTI que me sentia cuidada pelo próprio Deus, muita gente cheia de empatia e cuidado”, relembra.

A professora conta que quando foi diagnosticada com a doença ainda estava fragilizada pela perda do filho Victor Silveira Nepomusceno, que morreu vítima de um câncer no final de novembro no ano passado. Ela conta que a sedação fez com que ela tivesse muitos momentos de alucinação, em viagens, e até encontros.

“Sou gratidão a Deus. Quando adoeci, estava com menos de um mês que meu filho tinha morrido e no processo de sedação na UTI, mesmo sendo cristã, tive um encontro com meu filho e quando tive esse encontro não queria mais voltar. O processo de sedação é muito doloroso porque tive muitos momentos de alucinação e leva a viagens e experiência e achava que estava sendo o tempo todo monitorada”, explica.

A professora recorda momentos que também fazem parte da realidade. Durante o processo para ser acordada, ela diz que viu o drama da mãe do pequeno Bernardo Teixeira da Costa que morreu vítima da doença no último dia 3, e foi também na UTI que ela recebeu a notícia da morte do primo Peregrino José de Lima, policial rodoviário federal, que perdeu a luta para a doença também no dia 3. “Foi outra parte dolorida.”

“Para mim era meu filho que tinha morrido de novo [quando relembra de Bernardo] e eu pensava estar no hospital AC Camargo -onde Victor Nepomuceno morreu no dia 24 de novembro, vítima de um câncer-. Por mim, eu não tinha voltado, voltei porque meu filho tem projetos, ele deixou um legado e eu preciso realizar esse legado e também tenho minha filha. Somos só nós duas”, chora ao relatar.

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