Rio Branco, Acre, 15 de junho de 2021

“Acre continua em último na vacinação contra a Covid-19 com milhares de doses aguardando em estoque”, afirma Daniel Zen

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Assessoria.
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Média móvel de mortes por covid subiu 41%. O atraso na vacinação já implica em mais pessoas mortas que poderiam ter sido salvas

O deputado Daniel Zen (PT/AC) cobrou nesta terça-feira, 08, durante sessão da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) agilidade no processo de vacinação e inclusão de novas categorias nos grupos prioritários.

Se alguns meses atrás o problema era a escassez de doses, o que obrigou inúmeras pessoas com comorbidades a esperar meses pela vacina, agora, com milhares de doses em estoque, o Acre segue sendo o estado brasileiro com menor taxa de vacinação.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, até segunda-feira, apenas 202.353 doses teriam sido aplicadas. Isso significa que apenas 15,89% da população (144.136 pessoas) recebeu a primeira dose e somente 6,51% da população (58.217) foi vacinada com a segunda dose.

Na sequência, as mortes por Covid-19 registraram aumento de 41% no Estado. Zen destacou que, enquanto isso, cenas de bares, restaurantes e praças lotadas se tornaram comuns nas últimas semanas. Isso porque o Governo relaxou as medidas de isolamento além do razoável.

Ao todo, somando doses não distribuídas pelo Estado aos seus municípios com as doses já distribuídas, mas, com aplicação atrasada (sem contar as doses reservadas para a 2ª aplicação) temos 97.888 doses em estoque, que já poderiam estar no braço das pessoas

“A vacina ajuda quando ela está aplicada no braço de quem precisa e não dentro de um refrigerador. Com essa quantidade toda em atraso, precisamos incluir novas categorias profissionais dentre os grupos prioritários, assim como iniciar, em paralelo, a vacinação ampla por idade, independente de comorbidades ou de categorias profissionais”.

Zen também ressaltou que os municípios já tem autorização do Ministério da Saúde para iniciar a vacinação de pessoas sem comorbidades, paralelamente, a outros grupos prioritários.

“O ritmo de vacinação está péssimo. Falta planejamento, falta campanhas publicitárias em massa e tem muita falha na gestão que ajuda a explicar essa lentidão. O que nós precisamos por aqui é ter um comando forte porque, no ritmo atual, vamos demorar anos para alcançar a imunidade de todos”, disse o deputado.

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