Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jorge Viana aciona STF e Flávio Dino investiga emendas de Bittar à Santa Casa e obras de infraestrutura
  • Friale vê inverno dentro da média e sem cenário de seca severa no Acre
  • Acidente na Via Chico Mendes termina com morte de motociclista
  • No Juruá, governadora Mailza Assis anuncia investimentos na educação e habitação
  • Após trocar tiros com facção, policiais prendem traficante na BR-364
  • Mais de 200 inquéritos foram instaurados na Delegacia da Mulher em Cruzeiro do Sul
  • Fiscalização encontra irregularidades em bombas de combustíveis no Acre; 14 bicos são interditados
  • Mulher é torturada e tatuada à força por companheiro
  • Mailza nomeia Lucas Grangeiro Bonifácio como procurador-geral adjunto do Acre
  • Governo federal aprova estudos com participação estrangeira em área do Parque Nacional Serra do Divisor
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, abril 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Indígenas liberam tráfego de veículos da BR-364 próximo a Feijó

Por Redação Juruá em Tempo.30 de junho de 2021Updated:30 de junho de 20212 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Após o protesto dos indígenas na ponte Joaquim Souza, em Feijó, que fechou o tráfego na BR-364, o caminho foi liberado em meio à negociação com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde desta quarta-feira (30). O manifesto que interditou a estrada seguiu atos nacionais contra a votação do Projeto se Lei 490, que permite modificar as demarcações de terras indígenas.

Além do PL, recentemente, o líder indígena Ashaninka, Francisco Piyãko reclamou que a construção da estrada entre Brasil e Peru, que vai de Cruzeiro do Sul a Pucallpa, cortando o Parque Nacional da Serra do Divisor, seria um desastre para toda a região e que iria atender somente  interesses políticos e empresariais, sem nenhum benefício para a população.

Todas as propostas de modificações no projeto de lei que altera as regras de demarcação de terras indígenas foram rejeitadas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nessa terça (29), para analisar destaques à matéria.

O texto seguiu para plenário com amplo apoio da base governista e das bancadas ruralistas e parlamentares liberais.

Mas o julgamento previsto para esta quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF). A PEC garante como terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas brasileiros apenas aquelas que, na promulgação da Constituição de 1988, eram simultaneamente por eles habitadas em caráter permanente; utilizadas para suas atividades produtivas; imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar; e necessárias à sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.

O Conselho Indigenista Missionário espera que a Suprema Corte possa, assim, dar uma solução definitiva aos conflitos envolvendo terras indígenas no país e garantir um respiro às comunidades que se encontram, atualmente, pressionadas por poderosos setores econômicos.

  • Com informações de Saimo Martins, do Contilnet.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.