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Anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variante Gama, em circulação no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.1 de agosto de 20213 Minutos de Leitura
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Um estudo publicado recentemente no jornal científico The Lancet, apontar que a variante Gama (P.1) do coronavírus, detectada em Manaus, é capaz de escapar de anticorpos neutralizantes gerados após infecção prévia por outras linhagens do vírus.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) divulgou no início de julho 68 casos confirmados da variante brasileira no Acre.

A pesquisa internacional contou com a participação de mais de 50 cientistas e foi liderada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em colaboração com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e analisou amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac.

Das amostras, coletadas entre 17 e 38 dias após a imunização, 18 eram de vacinados com uma única dose e outras 38 com as duas doses.

Segundo a pesquisa, o plasma dos pacientes infectados previamente tinha capacidade neutralizante 8,6 vezes menor contra a variante Gama do que a observada na amostra de pessoas com uma infecção isolada pela cepa.

Ao avaliarem amostras coletadas entre 134 e 260 dias após a segunda dose, o nível de anticorpos neutralizantes foi abaixo do limite de detecção para P.1, e baixo para a linhagem B. “Assim, esses dados indicam que a linhagem P.1 pode escapar da neutralização por parte dos anticorpos gerados em resposta a um estímulo induzido por variantes de sars-cov-2 que circulavam no início da pandemia”, explica em entrevista ao Jornal da Usp o pesquisador William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, primeiro autor do artigo

O pesquisador lembra que a CoronaVac é eficiente contra as formas graves da Covid-19 reduzindo hospitalizações e mortes. “É preciso lembrar que este é o objetivo principal de uma vacina”, afirma. “Deste modo, reiteramos que as campanhas de vacinação devem ser aceleradas”.

GAMA: a mais devastadora das variantes

Trata-se da variante descoberta no fim do ano passado em japoneses que voltavam do Amazonas, é a mais transmissível. Responsável por devastar o país entre março e abril, estudos apontam uma taxa de ataque (quantas pessoas um indivíduo doente infecta)entre 1,6 e 1,4, ante 0,8 do Sars-CoV-2 “original” e deu origem a três sublinhagens.

Pode escapar dos anticorpos adquiridos em contatos anteriores com outras linhagens do vírus. A redução da ação deles é considerada moderada, mas já abre caminho para a reinfecção.

Calcula-se que a variante seja responsável por nove em cada dez casos de Covid-19 no Brasil.

Em relação à severidade ainda é um mistério já que alguns dados apontam que ela pode ser mais letal e aumentar o risco de internação. Além disso, ela foi responsável por 70% dos óbitos durante sua predominância no país, porém, segundo disse ao site UOL o virologista Fernando Spilki, “isso pode ter acontecido mais por conta da combinação de alta transmissibilidade e baixa adesão às medidas restritivas, que permite que mais gente se contamine”.

  • Por Nany Damasceno, do Contilnet.
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