Nesta segunda-feira (23), a deputada federal Mara Rocha (PSDB) lamentou em suas redes sociais a nomeação de Degmar Kinparana, esposa do professor Minoru Kinparana, para o cargo de presidente do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC).
Na publicação, a deputada diz que a nomeação demonstra falta de identidade ideológica e acusa Minoru de oportunismo. Além disso, ela afirmou se sentir decepcionada com a decisão do casal de apoiar a reeleição de Gladson Cameli, que segundo ela “trabalhou contra a candidatura dele [Minoru] à prefeitura de Rio Branco”.
A parlamentar disse, ainda, que enfrentou João Dória, governador de São Paulo, e Bruno Araújo, presidente Nacional do PSDB, para manter a candidatura de Minoru Kinpara para a prefeitura.
“Enquanto Gladson Cameli fazia acordo com o governador de São Paulo para se filiar ao PSDB em troca da retirada da candidatura do Minoru, e enquanto o Presidente Estadual do PSDB se escondia da campanha e trabalhava para derrubar Minoru Kinpara; eu, Mara Rocha briguei para que a candidatura fosse mantida e fui para as ruas pedir votos e defender o nome de Minoru Kinpara para a prefeito de Rio Branco. Assim também fizeram os muitos do PSDB que foram demitidos [por Glason] por apoiá-lo [Minoru]. Para nossa surpresa, veio a ingratidão e traição; mesmo garantindo que caminharia conosco nas eleições de 2022, alegando reconhecer a nossa luta para mantê-lo candidato, Minoru se alia ao ‘rei de araque’ que tem o dom de iludir e mentir, e ao seu bando que lutou para retirar sua candidatura” (sic), afirmou.
Mara Rocha afirmou que os “desleais” não sobrevivem por muito tempo na política e salientou ainda que o ex-reitor da Universidade Federal do Acre não possui uma identidade, acusando-o de oportunismo político.
“Com todo respeito ao professor Minoru Kinpara e a sua esposa Degmar, afirmo que os desleais não sobrevivem por muito tempo na política. Da vivência que tive na caminhada com o professor Minoru Kinpara, além da decepção, ficou muito claro de que não existe uma identidade, e sim oportunismo de um político aventureiro que não cabe nem na esquerda e nem na direita”, encerrou.

