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Conselho Nacional de Saúde recomenda que ministério mantenha vacinação de adolescentes contra a Covid-19

Por Redação Juruá em Tempo.17 de setembro de 20215 Minutos de Leitura
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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) comentou a decisão do Ministério da Saúde de restringir a imunização de adolescentes e publicou nesta sexta-feira (17) uma recomendação para que o governo federal “mantenha a vacinação de todos os adolescentes de 12 a 17 anos” contra a Covid-19.

“Até o momento, não há qualquer comprovação de relação da morte do jovem com a vacina contra a Covid-19”, disse o conselho, que se refere à história de um paciente de 16 anos que morreu oito dias após a aplicação da primeira dose. Além disso, o governo de São Paulo informou que o óbito, ocorrido em 2 de setembro, decorreu de uma doença autoimune.

E o CNS explica, ainda: “a vacinação, além de ser a melhor evidência para que seja conferida a redução de casos e óbitos decorrentes da Covid-19, e de ser um direito da população brasileira, ainda não atingiu o alcance necessário para uma situação epidemiológica controlada”.

De acordo com Artur Custódio, coordenador da Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde, do CNS, “não há critérios científicos nessa decisão do Ministério da Saúde”.

“Temos que aumentar a cobertura vacinal. A vacina mostrou a que veio. A desaceleração da pandemia do Brasil mostra o efeito da vacina. É fundamental para a questão das escolas, das pessoas que moram com idosos, que a gente vacine os adolescentes”, disse.

A medida do Ministério da Saúde foi tomada nesta quinta-feira (16) com o argumento de que é importante uma certa “cautela” diante de efeitos adversos a serem investigados (saiba mais sobre abaixo na reportagem).

Em nota, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) também criticou a decisão: “apesar de entender que a população de maior risco deve ser priorizada, a entidade discorda do recuo do Ministério da Saúde em relação à vacinação de adolescentes sem comorbidades após o anúncio do início da vacinação desse grupo. A medida gera receio na população e abre espaço para fake news.”

“Não há evidências científicas que embasem a decisão de interromper a vacinação de adolescentes, com ou sem comorbidades. A SBIm, portanto, entende que o processo deve ser retomado, de acordo com o que já foi avaliado, liberado e indicado pela Anvisa”, disse a SBIm.

 

Já o médico Drauzio Varella disse em entrevista à Globo News nesta quinta-feira que a medida foi tomada para “esconder erro do governo” sobre falta de vacinas.

“Qual é a finalidade de uma coisa dessas? Para justificar o fato de nós não termos vacinas suficientes porque não compramos quando elas estavam disponíveis. Para falsificar, para esconder um erro do governo você mente para a sociedade”, disse Drauzio.

 

O médico disse que os movimentos antivacinação ainda são incipientes no Brasil, mas que uma medida como a anunciada por Queiroga é que “faz as pessoas desacreditarem das vacinas”.

“Um episodio só não vai destruir o que o Programa Nacional de Imunizações realizou com muito esforço durante todos esses anos. Mas é assim que você faz as pessoas desacreditarem nas vacinas”, afirmou o médico.

Restrição da vacina

Queiroga diz que cidades iniciaram vacinação de adolescentes antes do tempo

O ministro Marcelo Queiroga decidiu restringir a vacinação de adolescentes contra Covid-19 apenas aos grupos prioritários (deficiência permanente, comorbidades e privados de liberdade) e disse que a medida tem relação com a falta de evidências científicas consolidadas sobre o benefício da imunização para este grupo.

“O Ministério da Saúde pode rever a posição desde que haja evidência científica sólida. Por enquanto, por questão de cautela, temos eventos adversos a serem investigados, temos adolescentes que tomaram vacinas que não estavam recomendadas, temos que acompanhar”, disse o ministro.

 

Queiroga citou que mais de 3,5 milhões de adolescentes já foram vacinados no Brasil de forma “intempestiva”, ou seja, sem a autorização do Plano Nacional de Imunizações, que previa a aplicação apenas entre os prioritários desta faixa etária (12 a 17 anos) a partir de 15 de setembro.

“Não é um número grande, mas temos que ficar atentos”, disse Queiroga.

 

O ministério informou que acompanha o caso da morte do adolescente no estado de São Paulo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) diz que também investiga, mas que não há evidências contra a autorização para aplicação da vacina, que segue liberada sem restrições para todos os adolescentes desta faixa etária.

A maioria dos eventos adversos citados pelo governo (93%), ocorreu no público que tomou imunizantes sem autorização para uso em adolescentes. No Brasil, a Anvisa liberou, em junho, apenas a aplicação da Pfizer a partir dos 12 anos sem restrições. Não há outra vacina permitida para esta faixa etária.

O governo federal diz que os estados aplicaram doses de todas as outras vacinas além da Pfizer: AstraZeneca, CoronaVac e Janssen.

Diferença entre decisões

A decisão do Ministério da Saúde sobre os adolescentes é diferente da tomada em maio sobre o uso da AstraZeneca em gestantes.

Naquela ocasião, foi a Anvisa que recomendou a suspensão da aplicação da vacina AstraZeneca em grávidas.

Um dia depois, o Ministério da Saúde acatou a indicação, ligada à investigação sobre morte de uma gestante, e autorizou apenas a CoronaVac ou a vacina da Pfizer para aquele público.

À época, a decisão da Anvisa e do ministério teve apoio de especialistas. No caso da decisão sobre os adolescentes, a crítica foi unânime e até mesmo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) anunciaram “profundo lamento”.

Por G1

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