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Bombeiros seguem com buscas por indígena que caiu em rio no Acre e marido é procurado pela polícia

Por Redação Juruá em Tempo. 28/04/2022 07:44
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O Corpo de Bombeiros continua nesta quarta-feira (27) com as buscas pela indígena Anita Kulina que caiu no Rio Envira na última segunda (25), em Feijó, interior do Acre. A primeira informação da polícia era de que ela se afogou depois de ter sido esfaqueada pelo marido, que também feriu a filha com uma facada nas costas.

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Mas, segundo o delegado que segue com as investigações, Valdinei Soares, surgiu uma nova hipótese para o caso após ouvir testemunhas. O caso ocorreu na tarde de segunda em uma comunidade indígena próximo à cidade de Feijó.

Agora, a polícia também trabalha com a possibilidade de a mulher ter caído no rio enquanto tomava banho embriagada e, após o marido descobrir o afogamento foi tirar satisfação com a filha mais velha do casal, de 15 anos, e acabou esfaqueando a menina nas costas. Inicialmente, a polícia informou que a menina ferida tinha idade entre 8 e 11 anos e que não tinha documentos de identidade.

Apesar da nova suspeita, o delegado afirmou que ainda não descartou a hipótese de feminicídio e que, por isso, é fundamental que o corpo seja encontrado para que seja confirmada a causa da morte da mulher.

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“Ouvimos algumas pessoas, entre elas duas crianças, sendo uma filha da indígena, que estavam com ela no momento em que teria caído no rio. E a informação é que ela tinha ingerido bebida alcoólica e estava tomando banho no rio quando se afogou e o marido, que também estava embriagado, foi até a outra filha deles que estava em outro lugar consumindo bebida alcoólica para saber porque não estava cuidando da mãe e acabou ferindo a menina com uma facada. Mas, não descartamos ainda o feminicídio, até porque não foi encontrado o corpo da vítima”, disse Soares.

Após levar a facada, a menina foi socorrida e levada ao hospital de Feijó e transferida para o hospital de Cruzeiro do Sul.

O comandante da corporação na cidade, tenente Jailton Figueiredo, afirmou que as buscas pela mulher começaram ainda na segunda e que continuam nesta quarta. “É sempre difícil fazer buscas, são águas turvas, não tem visibilidade nenhuma e, muito embora o rio esteja em um nível não tão alto, é bem complicado por conta da correnteza, presença de galhadas, balseiros. Mas, estamos trabalhando para tentar localizar.”

  • Fonte: g1 Acre.
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