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Homofobia: acreano diz que foi agredido por porteiro do Senai: “sapatão, machudinha”

Por Redação Juruá em Tempo.20 de agosto de 20223 Minutos de Leitura
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O estudante Ariel Silva, de 43 anos, denunciou à imprensa nesta sexta-feira (19) que foi agredido verbalmente por um vigilante que presta serviço na Escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no bairro Cadeia Velha, em Rio Branco.

Ariel conta que iniciou o curso de eletricista e já no primeiro dia percebeu que o vigilante não a recepcionou muito bem, mas foi na quarta-feira (17) que a agressão ocorreu e de forma muito grave, já que o vigilante cometeu um crime inafiançável: o de homofobia.

A discussão teria iniciado após Ariel ter entrado e não passado o álcool em gel oferecido pelo vigilante. Ele afirma que prefere usar o álcool que carrega em suas coisas. “Ele me chamou e disse para voltar e passar o álcool, expliquei que levo álcool em líquido na bolsa e já havia passado, e ele já respondeu: “Volta aqui sua sapatão, machudinha e sem vergonha”. Foi quando eu voltei e pedi para repetir, e ele continuou falando várias coisas”, diz.

Ariel informou ao vigilante que o que ele fez é crime de homofobia e recebeu como resposta que ele não tinha medo de processo. A vítima conta que a coordenadora foi chamada e “pediu por tudo que não chamasse a polícia”.

Abalado, Ariel diz que se sentiu agredido em diversas formas. “Senti que quiseram colocar panos quentes e inverter as coisas”. Apesar de não ter chamado a polícia ou registrado o ocorrido na delegacia, Ariel afirma que se o vigilante não for retirado, levará o caso à Justiça.

“Eu não quero todos os dias que chegar ter que cruzar com meu agressor. E hoje eu vou saber se o que foi decidido vai me permitir ir para aula sem cruzar com esse ser humano, se não, eu vou registrar o boletim. Eu sei que ele tem que ser punido, mas se tirarem ele do quadro de funcionários, já será alguma coisa”, disse.

Homem trans, Ariel não consegue esconder a dor de passar por situações como essa: “Em uma sala com 40 homens, eu sou a única pessoa que eles vêem como mulher por causa da aparência física, e eu imaginei que seria um pouco difícil, mas jamais nesse ponto. Estou ainda muito emotivo, muito machucado. Eu me vestia como uma menina para poder passar como uma pessoa ‘normal’, não ser humilhado e a partir do momento que passo a me vestir como gosto, como me sinto à vontade, as pessoas se acham no direito de me machucar, de te jogar para dentro do armário de novo e te esconder da sociedade”.

O ContilNet entrou em contato com o Senai, que, por meio de nota, disse que medidas já foram tomadas para solucionar a questão e que lamenta e repudia “toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”, diz trecho.

Confira na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Diretoria Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Acre (SENAI/AC) reafirma seu posicionamento contra toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

De antemão, informamos que o caso em questão foi tratado internamente e que medidas já foram tomadas para evitar maiores problemas entre o estudante e o vigilante. O SENAI/AC irá aguardar a apuração do caso para adotar as providências necessárias.

João César Dotto

Diretor-regional do SENAI/AC

ContilNet

Por: redação.
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