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Acolhimento humanizado a famílias desabrigadas: a importância de atividades lúdicas e atendimento psicológico

Por Redação Jurua em Tempo28 de março de 20232 Minutos de Leitura
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Aos 63 anos, Maria Sebastiana Evangelista da Silva enfrenta mais uma alagação junto à família. “Somos 17 pessoas da mesma família que residem no Beco da Cigana, no bairro Seis de Agosto”, conta. Ela, os filhos, netos e sobrinhos ocupam salas da Escola Estadual Dr. Carlos Vasconcelos, no Triângulo, em Rio Branco. No local, há 83 pessoas desalojadas pelas águas do Rio Acre convivendo nos alojamentos improvisados.

Sob a responsabilidade da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict), os abrigados recebem, diariamente, atividades lúdicas, que ajudam a descontrair e harmonizar a convivência em coletividade. A atividade é supervisionada por servidores públicos e voluntários que acompanham diariamente as vítimas das enchentes.

“É uma forma de aproveitar o tempo com qualidade. As crianças se divertem e têm oportunidade de explorar, vivenciar e se relacionar com as demais”, disse Assurbanipal Mesquita, titular da Seict.

Secretário Assurbanipal Mesquita visita famílias abrigadas nas escolas públicas de Rio Branco. Foto: Jairo Carioca/Seict

“Isso alegra mais o coração da gente”, atestou dona Sebastiana, ao assistir as esquetes musicais do grupo Lúdica Cia. de Arte. As famílias também recebem auxílio de um psicólogo, que está ajudando no acolhimento emergencial.

Albert Azenha, diretor de Indústria da Seict e coordenador das ações na escola, afirmou que a intenção é minimizar o sofrimento das pessoas afetadas pelas cheias, sendo que algumas perderam tudo o que tinham: “Trabalhamos para auxiliar os cidadãos no enfrentamento desse momento difícil, considerando a situação individual e de cada comunidade aqui inserida”.

Por meio da Campanha Juntos pelo Acre, as famílias vêm recebendo as refeições diárias e a atenção de muitos acreanos que doam roupas, colchões, fraldas e outros itens.

Reforço da FEM

As atividades culturais contam com o reforço da Fundação Elias Mansour, que elaborou extensa agenda cultural destinada às famílias vítimas da alagação, alojadas em abrigos sob gestão do governo estadual. Na programação, cantigas de roda, poesias, contação de histórias e doação de livros, além de apresentações teatrais e musicais.

Por: Redação O Juruá em Tempo
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