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“Dizer que o governador não era alvo da operação, virou piada”, diz Edvaldo Magalhães ao comentar nova fase da Ptolomeu

Por Redação Juruá em Tempo.14 de março de 20232 Minutos de Leitura
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) comentou a respeito da 3ª fase Operação Ptolomeu, deflagrada na última semana pela Polícia Federal após determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O parlamentar disse que defende a presunção da inocência, porém não há como não comentar os fatos. Ele afirmou que os indícios apontam para outros desdobramentos.

“É preciso pelo menos ter bom senso. Dizer, como foi dito, que o governador não era alvo da operação, virou piada, se o governador ficou proibido de falar com quase 100 pessoas, de falar com o pai e com os irmãos, teve bens apreendidos, teve que devolver o passaporte. Quando apreende o passaporte é como dissesse: ‘olha, não fuja, não’. Os indícios indicam para outro rumo. Os indícios indicam que o terremoto primeiro terá outros desdobramentos”, salientou.

Edvaldo Magalhães lembrou que “foi uma operação, a terceira etapa da Ptolomeu, e era dito e redito nos bastidores da política de que teria morrido, que não ia acontecer mais nada, tanto é que a eleição passou e sequer trataram do assunto, é porque não encontraram absolutamente nada. Essa era a versão propalada na campanha. E veio de forma surpreendente para muitos, e não para todos, uma operação com 89 mandados de busca e apreensão, nunca na história do Acre, ou em poucos estados do Brasil, ocorreu uma operação com 89 mandados de busca e apreensão. Uma operação que afastou 34 agentes políticos, servidores públicos, afastou cinco secretários e dois ex-secretários. E no dia da Operação alguns se apressaram em vender verdades. Eu nunca na vida fui da tese do pré-julgamento e nunca serei. Aliás alguns que assinaram nota de solidariedade, foram os mesmos que não deram direito ao presidente da República atual a não ser prejulgado, e eu vi assinando nota de solidariedade”.

Por: Assessoria.
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