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Edvaldo Magalhães defende celeridade na ampliação e reajuste do subsídio de produtos florestais

Por Redação Juruá em Tempo.20 de março de 20233 Minutos de Leitura
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Ao participar do I Encontro para o Fortalecimento da Produção Agroextrativista da Rede Cooperacre, que acontece na Universidade Federal do Acre (Ufac) nesta segunda-feira (20), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou o governo do Estado para que encaminhe à Assembleia o projeto que garante o subsídio dos produtos florestais.

“Daqui sairão propostas, uma delas é que o governo precisa urgentemente deixar de atrasar o benefício a vários produtores extrativistas, reajustando rapidamente, por exemplo, o subsídio dos produtos florestais. Tem o dinheiro, não consegue gastar o dinheiro e não toma a iniciativa de mandar a lei para a Assembleia”, disse o parlamentar.

Edvaldo Magalhães lembrou ainda que a Cooperacre pode ser considerada “um caso de sucesso”. A Cooperativa emprega hoje cerca de 265 trabalhadores, atendendo um universo de 3.500 família em todo o Acre.

“Esse encontro acontece no momento político de esperança pelas mudanças que o Brasil está vivendo. E a Cooperacre é uma espécie de caso de sucesso. Os resultados são extraordinários na cadeia produtiva da borracha, na cadeia produtiva da castanha, na cadeia produtiva da fruticultura e querendo expandir, inclusive, para as culturas permanentes como o café. A Cooperacre é um exemplo que precisa ser apoiado com políticas públicas bastantes claras e definitivas”, pontuou.

O superintendente da Cooperacre, Manoel Monteiro, afirmou que a ideia da Cooperativa é a produção de alimentos de baixo impacto ambiental, com o objetivo de melhorar a vida das pessoas, gerando emprego na floresta e na cidade, com a implantação das indústrias, que ao todo já somam sete unidades. Ele afirmou ainda que são mais de 30 galpões espalhados pelos municípios para o recebimento dos produtos nas comunidades. Além disso, Monteiro mencionou a construção de uma indústria específica para a produção de frutas: “estamos construindo uma outra indústria muito grande. Talvez, a maior indústria da região Norte para a área de frutas”.

O presidente da Cooperacre, José Rodrigues da Araújo, afirmou que o objetivo do encontro é “aproximar o poder público das cooperativas filiadas à Cooperacre”, ou seja, garantindo a trafegabilidade de ramais, além da assistência técnica.

“Esse encontro vem com o objetivo de fortalecer os laços entre as cooperativas e o poder público municipal, estadual e federal. Nós tivemos uma inscrição de mais de 220 pessoas. Nós convidamos o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Ministério do Meio Ambiente, infelizmente a ministra Marina adoeceu. Os nossos pedidos ali foram duas coisas: regularização fundiária e a volta dos programas como PAA, PNAI que tem ajudado demais os nossos produtores rurais da agricultura familiar”, ressaltou Araújo.

Por: Assessoria.
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