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Longo aciona Ibama e pede suspensão de bloqueio que afeta indústria madeireira do Acre

Por Redação Jurua em Tempo5 de abril de 20232 Minutos de Leitura
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O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Pedro Longo, se posicionou nesta quarta-feira (5) sobre uma ordem de bloqueio de 95% das atividades da indústria madeireira no Estado.

O parlamentar pediu, por meio de um ofício enviado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), que o bloqueio seja desfeito com urgência, já que diversos setores do Acre são afetados pela medida, incluindo frigoríficos, padarias e o ramo da construção civil.

O tema foi suscitado pelo deputado Emerson Jarude e diversos outros parlamentares na sessão desta quarta-feira, momento em que Longo esclareceu que o problema já havia chegado ao conhecimento da Mesa Diretora e informou as providências que seriam adotadas.

No documento, Longo elenca alguns motivos pelos quais o bloqueio afeta a economia do Acre.

“Resulta na paralisação de toda a cadeia produtiva do setor no Estado. Essa medida, além de desproporcional, acarretou prejuízos incalculáveis para a economia local, afetando o emprego e a renda de milhares de trabalhadores. A suspensão dos bloqueios permitiria a retomada do setor madeireiro e a consequente recuperação econômica”, explica.

“Devido à gravidade das enchentes, muitas casas foram completamente destruídas, e outras necessitam de reformas urgentes. A suspensão dos bloqueios possibilitaria o acesso à madeira de qualidade para a reconstrução e reforma das moradias, assegurando o direito básico de moradia digna à população afetada”, continua.

O presidente em exercício acrescenta que a situação demanda uma solução equilibrada e justa para a população e para o setor madeireiro.

“O comércio madeireiro e a população local são diretamente afetados por essa medida. Vale ressaltar que a liberação dos pátios permitirá o fomento de práticas sustentáveis e responsáveis no setor madeireiro, contribuindo para a preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável da região”, finalizou.

Por: Redação O Juruá em Tempo
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