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Em Cruzeiro do Sul, morador de rua conta que está ‘vivendo’ em cemitério há 9 meses: “Não queria isso”

Por Redação Juruá em Tempo.28 de junho de 20232 Minutos de Leitura
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O cemitério São João Batista, situado na região central de Cruzeiro do Sul, é um dos locais públicos em que dependentes químicos estão utilizados túmulos como moradia.

O senhor José Nicolau Félix, de 55 anos, relatou que é uma escolha própria está morando no cemitério e que vive no local há cerca de 9 meses. “É uma escolha minha mesmo, para não ficar na rua jogado”, informou o homem.

O dependente químico conta que os familiares responsáveis pelo túmulo ainda não visitaram o lugar desde a sua chegada. Vale destacar que o local está repleto de objetos, roupas, sacos plásticos, garrafas e outros utensílios que os moradores recolhem das ruas.

José conta que teve contato com entorpecentes aos 42 anos e disse ter vontade de ser livre e sair dessa vida. “Se você quiser um inimigo, é só dá droga pra ele”, disse.

O coveiro responsável pelo cemitério informou o crescimento do índice de desaparecimentos de placas de identificação dos túmulos após a chegada dos moradores no cemitério.

Os gestores públicos fizeram uma visita ao local na última sexta-feira (23), tendo conhecimento a respeito dessa situação e buscando soluções emergenciais.

“Estamos realizando visitas no cemitério, no Cais e embaixo da ponte da união com o objetivo de executar uma das nossas ações do plano emergencial. Dessa forma, o prefeito Zequinha Lima tem uma meta de amenizar esse problema até dezembro”, informou o vice-prefeito, Henrique Afonso.

A Subsecretária de Assistência Social, Rosinha Lima relatou a respeito do trabalho do CREAS. “A preocupação diariamente do CREAS é realizar o cadastro das pessoas em situação de rua, para que possamos identificar e ter conhecimento de onde moram, obtendo maior segurança e controle da quantidade dessa população”, disse.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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