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Jovem atropelado por motorista embriagado em Rio Branco amputou perna e segue em coma

Por Redação Juruá em Tempo.19 de junho de 20234 Minutos de Leitura
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Anderson da Silva Nascimento, de 23 anos, foi atropelado por motorista embriagado quando voltava do trabalho — Foto: Arquivo pessoal
Anderson da Silva Nascimento, de 23 anos, foi atropelado por motorista embriagado quando voltava do trabalho — Foto: Arquivo pessoal

O jovem Anderson da Silva Nascimento, de 23 anos, que foi atropelado por um motorista embriagado na última quinta-feira (15), em Rio Branco, passou por uma cirurgia de amputação de uma das pernas. Ele chegou a precisar de doações de sangue para passar pelo procedimento.

Janaina Silva, tia do rapaz, contou ao g1 que ele segue em coma e o estado ainda é grave. De acordo com ela, Anderson voltava do trabalho quando foi atingido por José Wilson Gomes de Araújo.

“O Anderson, desde do dia do acidente precisou de doação de sangue. A gente conseguiu algumas bolsas, ele passou por duas cirurgias e uma delas foi para a amputação da perna dele. Foi amputada um pouco acima do joelho. Nesse momento, ele continua na UTI, em coma. Cremos que é um coma induzido, mas o estado dele é muito grave ainda. Graças a Deus, da cintura para cima ele não tem nenhum problema. A amputação da perna foi feita para poder salvar a vida dele”, informou.

O acidente ocorreu na Travessa Camboriú, no bairro Bosque. De acordo com a Polícia Militar, o condutor da caminhonete saiu de uma distribuidora e entrou na contramão, quando atingiu o jovem que estava em uma motocicleta.

Ainda segundo a tia de Anderson, a família segue em orações pelo estado de saúde dele, e espera por justiça.

“Nesse momento, a única coisa que queremos é que ele reaja, e oração. Que o rapaz pague pelo que ele fez com o nosso sobrinho”, desabafa.

Motocicleta foi arremessada a 20 metros do local do impacto, segundo o BPTrans — Foto: Reprodução

Prisão preventiva

O motorista José Wilson Gomes de Araújo, de 29 anos, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva durante audiência de custódia nessa sexta-feira (16). Na decisão, a Justiça pontuou que a fuga do local do acidente e a tentativa de ocultar o evento, conforme relatado pelas testemunhas, “dão conta de apontar para o concreto perigo de fuga e de se furtar a aplicação da lei penal”.

Conforme o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTrans), o motorista, que estava com o carro emprestado por um conhecido, não parou após o acidente, mas voltou à distribuidora para fazer uma nova compra, mesmo depois de ter se envolvido no acidente, quando recebeu voz de prisão.

José Wilson Gomes de Araújo, de 29 anos, teve a prisão preventiva decretada  — Foto: Reprodução
José Wilson Gomes de Araújo, de 29 anos, teve a prisão preventiva decretada — Foto: Reprodução

Araújo passou pelo teste de bafômetro, e, segundo a polícia, foi constatado que estava com 0.61 mg/L, o que configura embriaguez.

Ainda de acordo com o BPTrans, a motocicleta foi arremessada a 20 metros do local de impacto, e o para-choque do carro foi arrancado com a violência da batida. O veículo foi apreendido e o condutor encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla).

A vítima foi levada ao pronto-socorro de Rio Branco em estado grave. Em depoimento à polícia, o motorista permaneceu calado. Já no relatório informativo anexado ao processo, consta que José Wilson Araújo, de 29 anos, tem uma loja de auto elétrica, onde a família trabalha junto. Disse não ter nenhum transtorno mental e nem doença grave.

O motorista disse que não usa drogas, mas confessou estar alcoolizado no momento do acidente e disse ainda que está disposto a custear com medicação ou outro suporte que a vítima precisar.

A defesa do motorista entrou com pedido de liberdade, alegando que ele era o principal provedor do lar e diante de ser réu primário, destacou que ele não oferece risco à sociedade. Além disso, a defesa alega que ele seria responsável pelo irmão que tem deficiência. Porém, a Justiça entendeu que não é cabível a liberdade provisória.

“Os crimes de trânsito, notadamente a lesão corporal e o homicídio, são extremamente prejudiciais à convivência social, tendo em vista que oferecem alto grau de periculosidade, principalmente quando há envolvimento de álcool, como é o caso”, alegou a juíza Andréa da Silva Brito ao dar sua decisão. Ela também destacou que o estado do motociclista ainda segue grave e delicado.

  • Fonte: g1 AC.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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