Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Acre registra 111 órfãos de feminicídio em cinco anos e instituições discutem política de proteção às vítimas
  • PGR arquiva inquérito sobre desvio de joias sauditas por Bolsonaro
  • VÍDEO: Pistoleiro invade lanchonete e mata mulher que prometeu ajudá-lo a pagar dívida
  • Governador Gladson Cameli confirma renúncia ao governo do Acre no dia 2 de abril
  • Ranking mostra 8,05% de obesidade infantil em Cruzeiro do Sul e 5,75% em Rio Branco
  • “Essa é a realidade da BR-364”: motorista registra situação crítica da rodovia no Acre
  • CGU aponta fragilidades em licitação bilionária de Ministério para compra de máquinas para o Acre
  • Acreana Raissa Barbosa vai lutar contra rival de A Fazenda no Figth Music Show
  • Acre cria 27 mil ocupações em 13 anos, mas agropecuária perde 15 mil postos
  • Relatório da ABIN cita fronteira do Acre como área sensível na rota do mercúrio do garimpo ilegal
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, março 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Trabalhadores bolivianos mantêm pontes na fronteira com o Acre bloqueadas

Por Redação Juruá em Tempo.19 de março de 2024
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Com o fracasso das tentativas de acordo entre funcionários do município de Cobija, capital do Departamento de Pando, na fronteira com o Acre, as duas pontes internacionais que dão acesso às cidades brasileiras de Brasiléia e Epitaciolândia seguem bloqueadas no lado boliviano.

O bloqueio das pontes na fronteira não é incomum, sendo uma das principais estratégias de pressão tomadas sempre que ocorre algum movimento grevista ou manifestação popular na cidade boliviana. A medida é prejudicial para o comércio local, pois inviabiliza o abastecimento de itens essenciais que chegam pelo Brasil.

O motivo do ato de protesto é o atraso de salários do funcionalismo pela Prefeitura de Cobija, que chega a cinco meses, segundo as lideranças sindicais. De acordo com documentos divulgados pelo sindicato da categoria, existem salários atrasados dos meses de outubro, novembro e dezembro de 2023, janeiro e fevereiro de 2024.

Demissões consideradas ilegais efetuadas pela prefeita Ana Lúcia Reis também estão entre as motivações para a manifestação que já dura mais de 24 horas causando uma grande fila de veículos nas imediações da principal travessia, que é a Ponte Internacional, entre Epitaciolândia e Cobija.

  • Fonte: Ac24horas.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.