Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mecânico é atacado por cachorros, animal morde celular e aparelho explode no bolso do homem
  • Influenza A, H1N1 e rinovírus circulam no Acre e elevam alerta para doenças respiratórias
  • Governo do Acre antecipa pagamento dos servidores para próxima semana; veja data
  • Recurso do Unidos do Fuxico é deferido e pode mudar resultado do Carnaval 2026 em Rio Branco
  • Adolescente é esquartejado por membros de facção criminosa em em Porto Walter
  • Prefeito César entrega novo veículos aos conselheiros tutelares de Porto Walter
  • Acusado de tentar matar ex-companheira é capturado pela PM em Sena Madureira
  • Com ressalvas, TCE-AC aprova as contas da Aleac referentes a 2020
  • Acreana Raissa Barbosa tenta compartilhar guarda do filho com amigo e gera polêmica
  • Nova resolução define repasses federais para assistência em calamidades e impacta municípios
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 19
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Rios da bacia do Juruá já apresentam seca e situação é considerada alarmante

Por Redação Juruá em Tempo.10 de junho de 2024Updated:12 de junho de 20242 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Um dos líderes dos povos Kuntanawa, Flávio Haru subiu até as cabeceiras do Rio Tejo, um dos afluentes do Juruá, com um grupo de pessoas e relatou uma situação preocupante, a seca dos afluentes.

Segundo eles, o manancial está quase seco nas cabeceiras. Outros mananciais, como o Bagé, também apresentam baixo volume de água.

“Do jeito que já está nesta época do ano, vai apartar. Pode-se dizer que o Rio Tejo está morto”, relatou Flávio, mostrando as fotos do que enfrentaram na viagem.

Os indígenas Kuntanawa, moradores do Rio Tejo, na região do município de Marechal Thaumaturgo, afirmaram que por muitas vezes tiveram que empurrar ou puxar o barco, devido ao baixo volume de água no manancial.

Além desta situação, o líder indígena relata ter visto vários crimes ambientais no percurso, como a caça ilegal e a retirada de madeira.

“Encontramos pessoas que tinham ido caçar e estavam voltando com os bichos e também a retirada de madeira”, conta Haru.

Diante desse cenário, o indigenista aposentado da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), que estava retornando de uma viagem ao Alto Rio Juruá e afluentes, afirma que a situação das secas é gravemente preocupante.

“Todos os rios da alto bacia do Juruá estão muito secos, dado os efeitos das mudanças climáticas. A situação é alarmante porque ainda estamos no final do inverno Amazônico, quando ainda há chuvas e já está seco assim. Em setembro, no auge do verão, não sabemos qual será o cenário. Os rios, além de serem as estradas, são fonte de alimentos para os ribeirinhos. Sem água não há vida”, disse ele.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.