Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: Colisão entre motocicletas deixa mulher ferida em cruzamento no interior do Acre
  • VÍDEO: Fogo em vegetação assusta moradores e comerciantes no Centro de Cruzeiro do Sul
  • Celulares e notebooks de advogado encontrado morto no Acre passam por perícia da Polícia Civil
  • Estado é condenado a pagar R$ 30 mil e pensão ao filho de detento morto em presídio no Acre
  • Associação de Homossexuais do Acre alerta sobre acesso gratuito à PrEP e PEP pelo SUS
  • Filho se revolta ao ver pai desempregado tendo caso com a vizinha: “minha mãe te sustenta e tu ainda trai ela! Vira homem!”
  • Idoso de 70 anos é sequestrado, colocado em porta-malas e espancado
  • Com gols de Mbappé e Dembélé, França elimina Marrocos e avança na Copa
  • Influenciador acreano que mora em São Paulo revela teste positivo para HIV
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul entrega ambulância, unidade odontológica móvel e van para fortalecer a saúde municipal
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, julho 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Geral

Dívidas dos Estados: renegociação inclui opção de federalizar estatais para quitar dívidas

Por Redação Juruá em Tempo.10 de julho de 20244 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou ontem o projeto de lei que define as novas regras de tratamento para as dívidas dos Estados com a União. Segundo ele, o projeto prevê que os entes possam entregar ao governo federal ativos – por exemplo, estatais – como forma de pagamento de seus passivos.

“O eixo principal é isso. Há uma dívida do Estado com a União, e o Estado pode usar ativos que detenha para pagamento dessa dívida”, disse Pacheco. Entre os tipos de ativos citados pelo parlamentar estão os recebíveis, créditos judiciais e participação acionária em empresas. Estatais poderão ser federalizadas em favor da União, destacou Pacheco.

Minas Gerais, terra de Pacheco e um dos Estados mais endividados, tem planos de repassar ao governo federal ativos como as participações na Companhia Energética Minas Gerais (Cemig), na Copasa e na Codemig. Esse montante ajudaria a reduzir uma parte da dívida bilionária do Estado. A opção de federalização de empresas estaduais já havia sido defendida por Pacheco.

O senador disse também que outra novidade do projeto é prever que créditos inscritos em dívida ativa do Estado possam ser cedidos também para a União. “Há artigo específico sobre essa possibilidade, obviamente dependente do aceite da União”, disse.

Pelo projeto, o governo federal pode não ser remunerado com juros no pagamento desses passivos. Segundo Pacheco, a proposta foi alinhada antes com o Executivo. Hoje, o indexador das dívidas é o IPCA acrescido de 4% de juros. O texto apresentado por Pacheco, por sua vez, abre caminho para que esses 4% sejam revertidos para os próprios Estados ou até mesmo perdoados.

AS ALTERNATIVAS. São quatro possibilidades de redução:

1) Um ponto porcentual poderia ser perdoado se o Estado entregasse como pagamento e amortização os seus ativos numa monta de 10% a 20% do valor da dívida. Haveria um abatimento de 1 ponto porcentual sobre os juros do estoque.

2) Se o Estado entregasse 20% a mais de ativos para o pagamento do passivo, o abatimento nos 4% seria de 2 pontos, explicou Pacheco. “Ou seja, é um perdão de 50% do valor dos juros, que cairia de 4% para 2%”, disse.

3) Além dessas opções, 1 ponto dos 4% de juros poderia ser para investimentos no próprio Estado – o que se assemelha à ideia original do Ministério do Fazenda apresentada no programa Juros Por Educação. Nesse caso, os investimentos poderiam ser em educação e ensino profissionalizante, mas também em infraestrutura e segurança pública.

4) Por fim, 1 ponto dos juros seria para um fundo de equalização, criado pelo projeto, para atender todos os Estados, inclusive os não endividados.

“Desse modo, a configuração dos juros teria parte de perdão, com o esforço do Estado de entrega de ativos, outra parte usada para investimentos no Estado, e parte para fundo de equalização. Isso garante a responsabilidade fiscal e que os Estados se organizem para pagamento da dívida e redução muito significativa do indexador. E com a União abrindo mão para si dos juros”, disse Pacheco.

SEM USO DO FUNDO

O presidente do Senado explicou que a pretensão dos governadores de utilizar o Fundo de Desenvolvimento Regional, previsto na reforma tributária, como uma antecipação para o pagamento da dívida, não pode ser atendida. “Infelizmente sob o ponto de vista jurídico e constitucional há uma vedação expressa sobre esse uso. Ele pode ser usado naturalmente nas contrapartidas: uma vez aderindo ao programa de pleno pagamento, o Estado terá de cumprir ao longo da relação com a União”, explicou.

Pacheco indicou que o projeto pode ficar para agosto, diante da necessidade de debater o texto com senadores e governadores. “Vamos fazer o maior esforço possível para ser antes do recesso. Mas, eventualmente, se necessário for passar para agosto, não tem problema algum”, afirmou.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.