Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • VÍDEO: Colisão entre motocicletas deixa mulher ferida em cruzamento no interior do Acre
  • VÍDEO: Fogo em vegetação assusta moradores e comerciantes no Centro de Cruzeiro do Sul
  • Celulares e notebooks de advogado encontrado morto no Acre passam por perícia da Polícia Civil
  • Estado é condenado a pagar R$ 30 mil e pensão ao filho de detento morto em presídio no Acre
  • Associação de Homossexuais do Acre alerta sobre acesso gratuito à PrEP e PEP pelo SUS
  • Filho se revolta ao ver pai desempregado tendo caso com a vizinha: “minha mãe te sustenta e tu ainda trai ela! Vira homem!”
  • Idoso de 70 anos é sequestrado, colocado em porta-malas e espancado
  • Com gols de Mbappé e Dembélé, França elimina Marrocos e avança na Copa
  • Influenciador acreano que mora em São Paulo revela teste positivo para HIV
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul entrega ambulância, unidade odontológica móvel e van para fortalecer a saúde municipal
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, julho 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

AGU obtém bloqueio de R$ 54,7 milhões de desmatador em Boca do Acre

Por Redação Juruá em Tempo.8 de setembro de 2024Updated:9 de setembro de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O programa AGU Recupera obteve, na Justiça Federal do Amazonas, o bloqueio liminar de R$ 54,7 milhões em bens e valores do responsável pelo desmatamento ilegal de mais de 2,4 mil hectares na Floresta Amazônica, no município de Boca do Acre (AM).

Na ação civil pública, em andamento na 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Amazonas, a União e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) buscam a indenização pela totalidade do dano ambiental, desocupação da área e a recuperação do espaço degradado.

O desmate foi comprovado por meio de vistoria quando da atuação dos agentes de fiscalização do Ibama. A petição inicial ressaltou o fato de o responsável continuar explorando a região e de não ter adotado medidas de regeneração da área, mesmo depois de ser autuado e ter sua área embargada administrativamente. “Perpetua-se a situação de ilegalidade, reforçando o sentimento de impunidade e incentivando aqueles que acreditam que o desmatamento ilícito da Floresta Amazônica compensa”, diz o documento.

Dessa forma, a AGU defendeu a adoção de medidas cautelares para estancar o agravamento de danos ambientais, inibir outras práticas prejudiciais ao meio ambiente e assegurar a recuperação da região.

RECEBA NOTÍCIAS NO CELULAR

O Juízo da 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Amazonas acolheu os pedidos liminares e determinou a proibição dos réus de explorar, de qualquer modo, a área desmatada; a suspensão de acesso a incentivos ou benefícios fiscais, o acesso a linhas de crédito concedidas pelo Poder Público ou com recursos públicos por instituições oficiais, até que o dano ambiental esteja completamente regenerado. Foi determinado que os R$ 54,7 milhões do pedido de indisponibilidade sejam distribuídos em R$ 36,47 milhões por dano moral coletivo e R$ 18,23 milhões por perdas ambientais.

A procuradora nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (Pronaclima), Mariana Cirne, destacou a importância da liminar ao garantir o bloqueio de bens daqueles que estão irregularmente desmatando em áreas prioritárias, como a Amazônia. “Neste momento de emergências climáticas, a AGU segue trabalhando para que o desmatamento ilegal não fique impune e a garantia da reparação ambiental aconteça”.

Mariana Cirne lembrou ainda que esta decisão se soma a outras cinco liminares, do mesmo lote de ajuizamento de ações civis públicas do AGU Recupera, que já resultaram no bloqueio de R$ 192 milhões de reais. “No momento em que estamos vivendo agora, com várias queimadas, é muito importante intensificar cada vez mais as ações da AGU para coibir os crimes ambientais”, enfatizou.

A ação contou com o trabalho da Procuradoria-Geral da União, da Procuradoria-Geral Federal e da Procuradoria Federal Especializada do Ibama.

AGU Recupera

O AGU Recupera foi criado em 2023 para adotar medidas jurídicas de proteção dos biomas e do patrimônio cultural brasileiros. É formado por um grupo de 19 procuradores federais e 8 advogados da União. A equipe é  responsável por atuações prioritárias em causas da União, Ibama, ICMBio e Iphan que envolvem a reparação de danos ambientais e a punição a infratores ambientais nos biomas Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Pampa e Mata Atlântica, além de também atuar em processos que digam respeito ao patrimônio cultural do Brasil.

Fonte: Assessoria AGU

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.