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Retrospectiva 2024: relembre os fatos que marcaram o ano no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.30 de dezembro de 202411 Minutos de Leitura
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Tragédia aérea em Manoel Urbano, fugas no sistema prisional, alunos assediados por professor em escola, crianças maltratadas em creche, acidente de trânsito que matou mãe e filho, feminicídios, Eleições. O ano de 2024 foi marcado por fatos e histórias que chocaram a população.

Eventos extremos

Nível de poluição do ar piora ao longo da semana e chega a 'perigosa' em Rio Branco — Foto: Pedro Devani/Secom-AC
Nível de poluição do ar piora ao longo da semana e chega a ‘perigosa’ em Rio Branco — Foto: Pedro Devani/Secom-AC

Em 2024, o Acre viveu a maior cheia e seca em menos seis meses. O estado enfrentou cheias que atingiram 100 mil pessoas, com 19 das 22 cidades do estado (86%) em situação de emergência, áreas sem energia elétrica, aulas suspensas, plantações perdidas e o registro de quatro mortes.

O Rio Acre chegou a 17,89 metros em março deste ano, maior marca já registrada desde 2015. No entanto, seis meses depois, o manancial chegou a menor cota da história: 1,23 metro.

Em meio à seca, outro evento extremo marcou o período de estiagem no estado: a fumaça. Entre o início de setembro e outubro, o estado foi encoberto por uma densa camada de fumaça causada pelas queimadas que ocorreram não apenas no Acre, mas também nos estados vizinhos, Amazonas e Rondônia, e nos países vizinhos, Peru e Bolívia, e se estabeleceu como uma das mais poluídas do país.

O tradicional desfile de 7 de Setembro foi cancelado por causa dos índices de poluição do ar em Rio Branco, que chegaram a ficar acima de 700 µg/m3 (microgramas por metro cúbico) de material particulado, mais de 40 vezes além do que é recomendável pela OMS, que é de 15 µg/m3.

O governo anunciou ações emergenciais para tentar conter os efeitos do problema. Dentre eles o decreto de emergência em saúde pública, suspensão das aulas e instalação de um gabinete de crise.

Acidente aéreo em Manoel Urbano

Aeronave ficou destruída após queda em Manoel Urbano  — Foto: Arquivo pessoal
Aeronave ficou destruída após queda em Manoel Urbano — Foto: Arquivo pessoal

Uma das tragédias mais marcantes foi a queda do avião Cessna Skylane 182, em Manoel Urbano, interior do estado. Sete pessoas estavam abordo quando a aeronave caiu após decolar, no dia 18 de março deste ano. Além do piloto, estavam quatro homens e três mulheres a caminho de Santa Rosa do Purus, também no interior. O avião tinha capacidade para transportar no máximo quatro pessoas e não tinha autorização para atuar como táxi aéreo.

Sidney Estuardo Hoyle Vega, comerciante peruano, morreu no acidente. Nove dias depois, Suanne Camelo morreu em Manaus (AM). A terceira vítima fatal do acidente foi a biomédica Amélia Cristina Rocha, de 28 anos, no dia 25 de maio. Já no dia 12 de julho, o piloto Valdir Roney Mendes, de 59 anos, também morreu em Manaus.

Sobreviveram ao acidente Mateus Jeferson Fontes, 26 anos, noivo de Suanne, Bruno Fernando dos Santos, 36 anos, marido de Amélia, e a adolescente Deonicilia Salomão Kalisto Kaxinawá, de 15 anos.

Jovem do Acre escravizada em SC

Um caso de exploração foi alerta para a juventude. A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou uma mulher suspeita de maltratar uma jovem acreana, em Penha, no litoral norte do estado. A jovem foi submetida a trabalho análogo à escravidão. A apuração começou em novembro de 2023, após a denúncia feita por uma pessoa que passava pelo local e relatou ter ouvido choro vindo da casa onde a vítima estava.

A vítima foi resgatada e acolhida em um abrigo em Santa Catarina. A Rede Amazônica Acre conversou com a vítima e ela relatou a rotina de agressões e ameaça.

Maus-tratos em creche

Criança amarrada em creche no Acre — Foto: Arquivo Pessoal
Criança amarrada em creche no Acre — Foto: Arquivo Pessoal

A imagem de crianças amarradas em cadeiras, dormindo no chão e até machucadas na Creche Recreação Kids causou revolta e chocou a população. A dona do espaço, Maria Helena Araújo Mendes, foi denunciada por maus-tratos ao Ministério Público do Acre (MP-AC) pelas mães.

O g1 obteve, com exclusividade, imagens gravadas por funcionárias da creche que revelam as crianças sendo submetidas a diversas situações constrangedoras, de violência física e psicológica.

Após as denúncias, o MP-AC instaurou uma ação civil pública e entrou com pedido de liminar na Justiça pedindo a suspensão das atividades na instituição. A 2ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Rio Branco concedeu a liminar.

Alunos assediados em colégio

Outra denúncia de crimes contra crianças e adolescentes chamou atenção no estado. Alunos de 12 a 17 anos do Colégio de Aplicação (CAP) da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, foram vítimas de assédio sexual praticado por professores.

A denúncia foi feita ao comando de greve dos professores, que elaborou um dossiê e encaminhou à reitoria da instituição. O professor suspeito de cometer assédio sexual contra pelo menos 10 alunos foi demitido em outubro.

Superfaturamento na saúde

Empresa que presta serviço no Pronto Socorro de Rio Branco é investigado por superfaturamento de R$ 9 milhões  — Foto: Neto Lucena/Secom
Empresa que presta serviço no Pronto Socorro de Rio Branco é investigado por superfaturamento de R$ 9 milhões — Foto: Neto Lucena/Secom

Uma reportagem exibida no Fantástico revelou denúncias graves envolvendo a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) e a empresa de serviços médicos terceirizados Medtrauma. As denúncias apontavam superfaturamento com estimativa de R$ 9 milhões em valores pagos por cirurgias ortopédicas e falhas na licitação.

Na Assembleia Legislativa do Estado (Aleac), o secretário de saúde, Pedro Pascoal, se apresentou para prestar esclarecimentos sobre as denúncias e defendeu a manutenção da empresa operando no pronto-socorro da capital.

Fugas no sistema prisional

Presídios do Acre tiveram motim, fugas e mortes em 2024 — Foto: Asscom/TJ-AC
Presídios do Acre tiveram motim, fugas e mortes em 2024 — Foto: Asscom/TJ-AC

O sistema prisional enfrentou uma série de problemas ao longo do ano, dentre fugas, tentativas de motim, mortes de detentos e tentativas de fugas.

Ao todo, foram registradas oito fugas, contabilizando 25 fugitivos, na Unidade Penitenciária Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul, Unidade Penitenciária do Quinari, em Senador Guiomard, Unidade de Regime Fechado de Rio Branco (URF 01) e na Unidade de Regime Provisório (URP), também na capital.

  • 4 detentos na Unidade Penitenciária Manoel Neri da Silva em Cruzeiro do Sul;
  • 1 detento na Unidade Penitenciária do Quinari em Senador Guiomard;
  • 4 detentos na Unidade de Regime Fechado de Rio Branco;
  • 16 detentos na Unidade de Regime Provisório de Rio Branco.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) ainda contabiliza quantos dos 25 fugitivos foram capturados.

Fuga de presos do Acre em Mossoró

Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, fugitivos de Mossoró. — Foto: Reprodução/Jornal Nacional
Deibson Nascimento e Rogério Mendonça, fugitivos de Mossoró. — Foto: Reprodução/Jornal Nacional

Uma fuga cinematográfica. Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça fugiram do presídio federal em Mossoró, no Rio Grande do Norte em fevereiro. Eles tinham sido transferidos do Acre a pedido da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-AC) e Ministério Público Estadual (MP-AC).

Os detentos foram os principais responsáveis pela rebelião no presídio da capital acreana, em julho de 2023, que terminou com cinco mortos. Os dois criminosos já tinham tentado escapar juntos, em 2013, do Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde, no Acre. Deibson e Rogério foram recapturados em abril deste ano após 50 dias de fuga.

Promotor afastado

Promotor Tales Tranin negou as acusações durante coletiva nesta sexta-feira (13) — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre
Promotor Tales Tranin negou as acusações durante coletiva nesta sexta-feira (13) — Foto: Júnior Andrade/Rede Amazônica Acre

Ainda no sistema penitenciário, a conduta do promotor de Justiça Tales Tranin foi investigada por suspeita em envolvimento com organizações criminosas. Em coletiva, o promotor admitiu ter tido relações íntimas com presos monitorados.

Tranin era titular da 4ª Promotoria Criminal de Execução Penal e Fiscalização de Presídio desde 2019 e foi um dos principais negociadores com os presos durante a rebelião no Presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro, em Rio Branco, em julho do ano passado. Os próprios detentos exigiram a presença do promotor no presídio como uma das condições para que a rebelião acabasse.

Mãe e filho mortos em acidente

Natasha e o filho Isaac foram atropelados por um caminhão-baú — Foto: Arquivo pessoal
Natasha e o filho Isaac foram atropelados por um caminhão-baú — Foto: Arquivo pessoal

Isaac Gomes Cavalcante, 8 anos, e a mãe dele Natasha Caroline Souza Gomes, de 25 anos morreram depois de serem atropelados por um caminhão-baú na Rodovia AC-40, em Rio Branco. Mãe e filho esperavam o ônibus em uma parada quando foram atingidos pelo caminhão-baú, que invadiu a contramão.

Florisvaldo Ribeiro dos Santos, de 49 anos, motorista do caminhão, estava embriagado e chegou a ficar preso durante três meses. Uma câmera de segurança, instalada em um posto de combustíveis, conseguiu flagrar o momento em que o motorista do caminhão-baú perdeu o controle do veículo e atingiu as vítimas.

Colisão entre táxi e caminhonete

Kelry Oliveira, de 19 anos, e a filha recém-nascida, Merlyan, morreram em um acidente na BR-364 — Foto: Reprodução
Kelry Oliveira, de 19 anos, e a filha recém-nascida, Merlyan, morreram em um acidente na BR-364 — Foto: Reprodução

Uma colisão entre um táxi e uma caminhonete matou quatro pessoas e deixou outras duas feridas na BR-364, em Acrelândia, próximo ao Posto da Tucandeira. Entre as vítimas fatais estava a jovem Kelry Oliveira Almeida, de 19 anos, e sua filha recém-nascida, Merlyan.

O táxi saiu de Rio Branco com destino ao Distrito de Nova Califórnia, em Rondônia. O motorista do veículo Valdizio Pinheiro também morreu no acidente. A quarta vítima fatal era uma criança de cerca de 1 ano e 4 meses, filha de uma vizinha de Kelry que viajava com ela.

Deslizamento do calçadão do Novo Mercado Velho

Calçadão do Novo Mercado Velho, em Rio Branco, cede 1 centímetro a cada dois dias, diz Defesa Civil — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Calçadão do Novo Mercado Velho, em Rio Branco, cede 1 centímetro a cada dois dias, diz Defesa Civil — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Um dos pontos turísticos de Rio Branco sofre com o deslizamento de terra às margens do Rio Acre. Uma erosão terra do Calçadão do Novo Mercado Velho, no Centro de Rio Branco, interditou o espaço que era usado por feirantes da Econômia Solidária.

A situação dos comerciantes alugam espaços na região, contudo, ainda não tem solução. Apesar de a data ideal para a liberação da área já ter passado, não há uma exigência imediata para que os comerciantes deixem o espaço.

Apagão

Apagão deixou mais de 218 mil contribuintes sem energia — Foto: Ayres Rocha/Rede Amazônica Acre
Apagão deixou mais de 218 mil contribuintes sem energia — Foto: Ayres Rocha/Rede Amazônica Acre

Um apagão na tarde deixou o Acre sem energia elétrica em agosto. De acordo com a concessionária Energisa, o estado inteiro foi afetado, totalizando 218 mil consumidores sem energia elétrica. O problema afetou o estado de Rondônia, que também é abastecido pela mesma empresa, e uma cidade de Mato Grosso.

O serviço voltou a ser restabelecido em alguns bairros de Rio Branco, capital do Acre, após três horas, por volta das 18h (horário local).

Feminicídios

Feminicídios de acreanas em 2024 — Foto: g1 AC
Feminicídios de acreanas em 2024 — Foto: g1 AC

Os casos brutais de feminicídio chocaram a população acreana. Logo no início do ano, Luzia Costa, de 42 anos, grávida de oito semanas, foi encontrada morta com sinais de enforcamento na casa que morava no bairro Conquista, em Rio Branco. O acusado, David de Oliveira Rodrigues, foi condenado a mais de 28 anos de prisão por feminicídio.

Paula Gomes da Costa, de 33 anos, foi assassinada a facadas no bairro Alto Alegre, em Rio Branco, na frente da própria filha. O suspeito do crime é o ex-marido dela, Jairton Silveira Bezerra, de 45 anos, que foi preso 10 dias depois e que não aceitava o fim do relacionamento.

Também em Rio Branco, Ketilly Soares de Souza, de 33 anos, foi assassinada a facadas pelo companheiro, o mecânico Simey Menezes Costa, que também está preso. Uma semana antes de ser morta, ela foi pedida em casamento por ele. O g1 obteve, com exclusividade, o vídeo do pedido de casamento.

No interior do estado, Maria das Graças de Araújo Pontes, de 57 anos, e o neto dela, Enzo Gabriel Araújo, de 6 anos, foram assassinados no Projeto Envira, zona rural de Feijó, interior do Acre. O suspeito dos crimes, Deleon Gomes Carnaúba, de 37 anos, foi baleado e morto pela Polícia Militar (PM-AC) dentro de uma canoa no Rio Envira.

Uma acreana também foi vítima de feminicídio fora do estado. A jovem Juliana Valdivino da Silva, de 18 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu em Cuiabá após o ex-namorado atear fogo nela em Paranatinga, a 411 km da capital mato-grossense. A vítima teve 90% do corpo queimado, e foi enterrada no Acre. sob forte comoção. O suspeito, Djavanderson de Oliveira Araújo, foi preso suspeito de tentativa de feminicídio.

  • Fonte: g1 AC.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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