Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Banco do Brasil destinará R$ 595 milhões para financiar a safra 2026/27
  • Arraial da Ufac terá dois dias de programação em Cruzeiro do Sul
  • MDB de Tarauacá declara apoio a Tião Bocalom após reunião com lideranças
  • Espanha avança e elimina Portugal em adeus de Cristiano Ronaldo em Copas
  • Acre registra 50 mortes por síndromes respiratórias em 2026, aponta Saúde
  • Bebê é encontrado mamando em mãe assassinada por feminicídio
  • Entenda como vai funcionar a seleção de professores temporários no Acre após nova regra
  • VÍDEO: adolescente em bicicleta morre após acidente com caminhão
  • Moraes determina que Exército entregue armas de Bolsonaro à PF
  • Yohama Eshima fala sobre relacionamento com parceiro de 73 anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, julho 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

“Com esses ramais, o pequeno produtor vai acessar crédito pra quê?”

Por Redação Juruá em Tempo.10 de março de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Josimar Ferreira do Nascimento, ou simplesmente “Josa”, representa 11 mil pessoas. Não são 11 mil pessoas quaisquer: são 11 mil trabalhadores extrativistas e agricultores de base familiar de Rio Branco, no Acre. Na presidência do Sindicato dos Trabalhadores Extrativistas e Assemelhados, luta para que as pautas desse segmento da Agricultura entre na agenda de prioridades do poder público. E não tem sido fácil. Nesta rápida entrevista, um pouco da luta do sindicalista.

Josa, problemas não faltam. Hoje qual é a prioridade do agricultor de base familiar?

Eu sei que a pauta é velha. Eu sei que parece que a coisa não anda. Mas a prioridade hoje é, sem dúvida, ramal.

E por que a coisa não anda?

Não anda porque não está no interesse da classe política.

E por que vocês não pressionam?

Josa, presidente do Sinpasa, denúncia falta de política pública que priorize o agricultor de base familiar. “Tem gente debulhando milho na mão, aqui perto de Rio Branco. É um absurdo”.)

Nós não pressionamos? Como assim? É o que eu mais faço. Nas poucas vezes que chamam os trabalhadores para conversar, eu faço as cobranças. Quando estivemos no Deracre, no ano passado ainda, eu falei para o diretor. ‘Rapaz, o que está acontecendo está errado. Ali no Ramal Jarinal, veio recurso para aplicar naquele ramal. Vá vê como é que está’.

E o que ele falou?

Não falou nada de prático. Aliás, aquela reunião, na prática, não serviu para nada. Ele disse que passaria tudo para a presidente. Mas até agora… Ali no Ramal do Jarinal o dinheiro foi aquele dinheiro que ficou famoso dos noventa e quatro milhṍes, lembra?… Que viriam para beneficiar os ramais…! Pois é! Veja aí como está o beneficiamento [mostra a foto do ramal embaixo d’água].

Agora, é preciso lembrar que ramal é atribuição das prefeituras, não é?

A questão dos ramais é da responsabilidade das prefeituras. Aliás, outro dia o secretário de Agricultura de Rio Branco disse na televisão que a Prefeitura de Rio Branco fez mil e oitocentos quilômetros de ramais. Eu queria saber onde estão esses ramais. Ele citou, por exemplo, que tinham recuperado duzentos quilômetros no Moreno Maia [Projeto de Assentamento]. Ali nem burro está conseguindo andar naqueles ramais.

Josa, a questão do crédito fica para segundo plano com esse cenário…

Crédito? Com esses ramais do jeito que estão, o agricultor vai acessar o crédito pra quê? Os que conseguem acessar o crédito e isso é outro problema que podemos conversar outro dia… porque na verdade, na verdade, fala-se muito de muitos recursos para o pequeno agricultor, mas cadê esse dinheiro mesmo? Mas voltando para a questão dos ramais, como é que o agricultor familiar vai pagar as parcelas do banco se ele não consegue escoar o que produz? Vai só se endividar.

Qual a perspectiva para resolver esse problema?

Se tivesse uma gestão que dialogasse, que chamasse para conversar para decidir junto. Não é chamar por chamar como foi feito no Deracre ano passado. É dialogar, perguntar para quem conhece os problemas, ouvir a gente… Hoje, o agricultor não tem assistência técnica, não tem mecanização de forma organizada, regular.

Falta política ou falta gestão?

As duas coisas. A verdade é que não há política pública para o pequeno agricultor. Tem agricultor aqui na Transacreana, aqui perto de Rio Branco, debulhando milho com a mão. Isso é um absurdo. Não há uma política de assistência adequada ao agricultor.

Tem jeito?

[rindo] Tá difícil. Mas temos que dar um jeito. É a luta.

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.