Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Bois na BR-364 colocam vidas em risco em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Cinco detentos seguem foragidos após fuga em presídio de Cruzeiro do Sul
  • Violência: Quase 9 em cada 10 vítimas de mortes violentas no Acre são homens
  • Ifac oferece vagas residuais em cursos técnicos no campus de Sena Madureira
  • Tesouro Nacional confirma repasse de R$ 173 milhões do FPE para o Acre
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul utiliza 40 toneladas de asfalto nesta segunda-feira
  • Se a gente não se preparar, qualquer dia alguém invade a gente, diz Lula
  • Justiça mantém decisão que tira guarda de mãe por abandono e perda de vínculo afetivo
  • AC-405 é restaurada e fortalece mobilidade, economia e qualidade de vida no Vale do Juruá
  • Governo promove ação de regularização fundiária em Cruzeiro do Sul
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, março 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Educação deve ser vista como ‘problema de Estado, não de governo’, diz Camilo Santana

Por Redação Juruá em Tempo.13 de março de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou nesta quinta-feira, 13, que a área tem de ser vista como um “problema de Estado, não de governo” para que o Brasil tenha chances de uma melhoria efetiva em seus índices nos próximos anos.

Ex-governador do Ceará, Santana chefia a pasta desde o início do governo Lula (PT), em janeiro de 2023, e afirmou que um terço da população brasileira não havia concluído o ensino médio quando ele assumiu o cargo. A fala ocorreu durante sua participação em evento da ONG (Organização Não Governamental) Todos Pela Educação, em São Paulo.

O petista ainda elogiou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fragilizado no governo desde a crise do Pix e em meio aos índices negativos da inflação pela redução dos juros nas dívidas dos estados com a União, o que, segundo ele, permitiu aos governos estaduais continuarem investindo em educação.

“Foi um gesto importante, grandioso, principalmente dos cinco governadores que têm os maiores endividamentos com a União”, disse — em referência a Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo, todos administrados por opositores da gestão petista.

A redução das dívidas estaduais, segundo o ministro, libera recursos para “uma grande revolução nos próximos anos com recursos disponíveis para garantir ensino médio profissionalizante a todos os jovens brasileiros”.

Por: Isto É.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.