Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Navio Doutor Montenegro inicia nova etapa de atendimentos em Cruzeiro do Sul
  • Homem é assassinado a tiros no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul
  • A caminho da Maternidade, parto inesperado acontece dentro de carro de aplicativo; veja vídeo
  • Lula diz que agora é amigo de Trump: “Foi amor à primeira vista”
  • Maisa rebate internauta que especulou procedimento estético: ‘Um toque pra galera’
  • ‘Tenho a impressão de que os haters da extrema direita estão mais calmos’, diz Bonner
  • Criminosos reagem à polícia, naufragam e abandonam 800kg de drogas
  • Jojo Todynho vira assunto por tamanho da cabeça após emagrecimento
  • Elon Musk diz que dinheiro não traz felicidade e desabafa na internet
  • Exército apreende drogas e armamento na fronteira Brasil-Colômbia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, fevereiro 6
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Acre inicia período do vazio sanitário da soja para proteger lavouras e garantir produção sustentável

Por Redação Juruá em Tempo.23 de junho de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Entrou em vigor neste domingo, 22, o período do vazio sanitário da soja no Acre, que seguirá até 20 de setembro, referente à safra 2025/2026. A medida fitossanitária, estabelecida pela Portaria nº 1.271 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e executada pelo governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), visa reduzir o potencial do fungo causador da ferrugem asiática da soja, uma das principais doenças que afetam a cultura no Brasil.

Durante os próximos 90 dias, fica proibido plantar ou manter plantas de soja vivas em qualquer fase de desenvolvimento. Essa medida ajuda a minimizar as perdas e a reduzir o número de aplicações de fungicidas, contribuindo inclusive para o manejo da resistência e evitando que a cultura se torne uma fonte de multiplicação da doença no ciclo do grão.

Área em vazio sanitário com plantas de rebrota não eliminadas. Foto: Ligiane Amorim/Idaf

De acordo com a coordenadora do Programa de Sanidade das Grandes Culturas do Idaf, Ligiane Amorim, é necessário seguir as recomendações sanitárias estabelecidos pelo Mapa. “Um dos pontos centrais é o respeito ao calendário do período obrigatório do vazio sanitário da soja, evitando manter plantas voluntárias no campo. Por isso, estamos alertando os sojicultores sobre a necessidade de respeitar essa etapa.”

Sem plantas hospedeiras disponíveis, o fungo não consegue se proliferar, o que reduz significativamente a população inicial de esporos na safra seguinte. Isso evita oscilações bruscas na oferta e nos preços, beneficiando toda a cadeia produtiva, desde os agricultores até os exportadores.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a soja permanece como uma base sólida da produção nacional, com projeção de 165,2 milhões de toneladas, representando um aumento de 13,9% em relação ao ano anterior. A região Norte registra um crescimento regional de 6,3%.

Esse crescimento indica que nossa região está expandindo sua participação na produção nacional. Porém, para que a produção chegue ao mercado consumidor com qualidade, o Idaf realiza inspeções e fiscalizações nas propriedades cadastradas como produtoras de soja. Essa ação, que é uma medida protetiva aos sojicultores, assegura que a próxima safra mantenha um elevado índice de produtividade.

Implantação do vazio sanitário da soja é uma medida necessária para evitar a ferrugem asiática. Foto: Ligiane Amorim/Idaf

“A prática do vazio sanitário beneficia o produtor, que é parceiro do Idaf nessa etapa do manejo da cultura. O sojicultor deve providenciar a eliminação de plantas vivas de soja na propriedade, realizando monitoramento constante, mesmo em áreas onde estejam estabelecidas novas culturas em sistema de rotação com a soja, assim como nas margens das rodovias, garantindo a eliminação de todas as plantas voluntárias de soja,” explica Ligiane Amorim.

Por: Fabiana Matos.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.