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Fóssil de tartaruga encontrado no interior do Acre pode ter 13 milhões de anos

Por Redação Juruá em Tempo.24 de junho de 20252 Minutos de Leitura
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A expedição composta por uma equipe de pesquisadores da Iniciativa Amazônia+10, formada por cientistas de São Paulo e do Acre que está em andamento desde a última terça-feira (17) resultou na descoberta de um fóssil de tartaruga gigante.

O fóssil que pertence à espécie Stupendemys geographicus, considerada a maior tartaruga de água doce que já existiu, foi encontrado na região conhecida como Boca dos Patos, localizada dentro da Terra Indígena Cabeceira do Rio Acre, na fronteira entre o Brasil e o Peru.

O exemplar já foi retirado do solo e levado para um acampamento montado próximo ao ponto da descoberta/Foto: Professor Edson Guilherme

A descoberta representa um avanço significativo no estudo da fauna pré-histórica da Amazônia pois acredita-se que tenha habitado a região entre 13 e 7 milhões de anos atrás.

O exemplar já foi retirado do solo e levado para um acampamento montado próximo ao ponto da descoberta. A tentativa de transportar o fóssil em uma caminhonete não teve sucesso, devido ao seu tamanho e peso. A equipe aguarda agora um caminhão da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, para realizar o transporte até a capital.

Foto: Arquivo do Laboratório de Paleontologia da Ufac

Carlos D’Apolito Júnior, professor de biologia da Ufac e coordenador da expedição, explicou a relevância da descoberta: “Nunca foi visto um fóssil assim tão grande, tão bem preservado. É um achado muito importante para entender a paleontologia da região e os animais que viveram no passado”, disse ao site G1 Acre.

Segundo ele, ainda não foi possível medir ou pesar a carapaça, mas a literatura científica aponta que indivíduos da espécie Stupendemys geographicus podiam ultrapassar três metros de comprimento.

Por: Contilnet.
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