Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jovem desaparece após embarcação afundar no Rio Iaco; Bombeiros realizam buscas em Sena Madureira
  • Após ser resgatado com grave ferimento no olho, cachorro Valente busca um novo lar em Cruzeiro do Sul
  • Carne bovina lidera exportações do Acre e movimenta quase US$ 4 milhões em março
  • Foragido com mais de 26 anos de condenação é capturado pela Polícia Civil em área rural
  • Acre não registra casos de poliomielite há quase 40 anos, aponta boletim da Sesacre
  • Dnit avança na reconstrução da Estrada do Aeroporto e conclui mais de 2 km de macadame
  • VÍDEO: Caminhão atola e bloqueia saída do Porto de Rodrigues Alves
  • Colisão entre carro e moto deixa ferido na AC-405, em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Parto é realizado com ajuda por videochamada do SAMU em área isolada entre Cruzeiro do Sul e Tarauacá
  • Homem fica ferido com fraturas nas costelas após agressão em via pública no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, maio 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Facções usam carga de pirarucu para traficar drogas e travam apoio federal à pesca

Por Redação Juruá em Tempo.20 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) estão utilizando barcos com cargas de pirarucu e outros peixes para transportar cocaína e skunk (“supermaconha”) pelos rios da Amazônia. Segundo o Estadão, os entorpecentes são escondidos em caixas de isopor e cascos de embarcações, camuflados pelo cheiro forte do peixe, que dificulta a ação de cães farejadores.

A presença dessas organizações levou o governo federal a suspender o apoio à cadeia produtiva do pirarucu na região de Tabatinga (AM), na tríplice fronteira com Peru e Colômbia. “Demos um passo atrás por conta da vulnerabilidade das pessoas e do medo de envolvimento com o crime organizado”, afirmou Marta Machado, secretária nacional de Políticas sobre Drogas.

O governo estuda investir em outras cadeias produtivas para reduzir a dependência econômica da pesca, especialmente após o assassinato do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022, no Vale do Javari. A queda no turismo e os baixos índices de desenvolvimento humano (IDH) em municípios como Atalaia do Norte agravam o cenário.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, além de misturar drogas nas cargas de peixe, traficantes utilizam a técnica da “caletagem”, escondendo pacotes no fundo ou porão dos barcos. Relatórios de inteligência apontam ainda o uso de helicópteros e aeronaves anfíbias no transporte de drogas.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) planeja lançar um índice sobre a presença do crime organizado em territórios indígenas, previsto para ser apresentado durante a COP30, em novembro, em Belém (PA).

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.