Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Vereador Belo de Porto Walter é alvo de investigação do MP e da Polícia Federal por aluguel de prédio firmado em nome da filha
  • Após ataques por apoio a Alan Rick, Zequinha Lima pede afastamento do PP até o fim do ano
  • Acreana supera tragédias, vira gari em SC e vence corrida de 5 km sem treinar em pista
  • Frei Renan Barros abre show de Padre Fábio de Melo na Expoacre Juruá
  • Mega-Sena: aposta do Acre bate na trave, acerta cinco dezenas e fatura
  • Virginia preocupa fãs de Vini Jr. ao relatar gripe forte dias antes do jogo
  • Lula rebate carta de Flávio e acusa família Bolsonaro de ‘entreguismo’
  • Nem deu tempo de cozinhar: sete homens são presos com 68 botijões de gás roubados
  • Polícia prende homem suspeito de estuprar a própria filha de 11 anos
  • Falsa biomédica que deformou pacientes é presa novamente no AM
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, julho 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Governo aposta em socorro do STF para cumprir a meta fiscal

Por Redação Juruá em Tempo.9 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Após sofrer uma derrota acachapante na Câmara dos Deputados, que enterrou a medida provisória que tributava aplicações financeiras, o governo aposta que os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), podem ajudar, mais uma vez, no cumprimento das metas fiscais de 2025 e do próximo ano.

Zanin liberou para julgamento de mérito a ação que discute a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e municípios. A análise deve ocorrer entre os dias 17 e 24 deste mês no plenário virtual da corte.

A ação foi proposta pelo governo para que o STF exigisse do Congresso a indicação de medidas compensatórias à desoneração da folha, prorrogada até 2027 pelos parlamentares. O principal argumento da ação assinada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, é que a renúncia fiscal foi aprovada pelo Congresso Nacional “sem a adequada demonstração do impacto financeiro da medida”. Segundo Messias, a ausência de compensação viola a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e a Constituição Federal.

Dino é o relator de uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que investiga a falta de transparência e rastreabilidade nas emendas parlamentares. O governo aposta que ele e os demais integrantes da corte acabem com as emendas impositivas e corrijam um modelo que foi introduzido no Brasil desde 2015, com a aprovação da Emenda Constitucional 86.

Antes dessa lei, os parlamentares só sugeriam as destinações e a execução ficava a critério do Poder Executivo. Também é certo que, se a corte decidir pelo fim da execução obrigatória, haverá reação do Congresso com potencial para gerar mais uma crise entre os poderes.

Caso o STF dê ganho de causa ao governo nas duas ações, a equipe econômica conseguirá fechar as contas de 2025 e 2026, ao arrecadar R$ 25 bilhões com a desoneração da folha e com a volta do controle sobre o pagamento de emendas parlamentares.

Por: PlatôBR.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.