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Na Aleac, Edvaldo Magalhães defende a volta da tabela da Educação ao apoiar Movimento dos Cabeças Brancas

Por Redação Juruá em Tempo.7 de outubro de 20253 Minutos de Leitura
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Em discurso na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (7/10), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou a defender o retorno dos 10% da tabela do PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações) da Educação, retirado em 2022 pelo governador Gladson Camelí (PP).

Ao saudar os professores e professoras do Movimento Cabeças Brancas, Edvaldo disse que a ação cometida por Gladson, em abril de 2022, foi ‘covarde’, atingindo em cheio os trabalhadores.

“Lembrar a todos da injustiça cometida contra essa categoria de professores e professoras que tiveram subtraídos um direito que nunca, em nenhum governo, desde à época do PCCR, conquistado no governo Flaviano Melo, numa greve de mais de 70 dias, até essa data de triste memória, ninguém tinha tido a coragem de mexer na tabela da Educação, atingindo, de forma covarde, àqueles aposentados que passaram a vida inteira cuidando dos filhos dos outros, alfabetizando crianças”, enfatizou.

Edvaldo conclamou aos trabalhadores da Educação para estarem atentos às discussões do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve ser votado em dezembro. “Em seguida disseram que iam corrigir a injustiça cometida e, até a data de hoje, ainda não cumpriram. Tenho certeza que essas galerias estarão lotadas quando da discussão do Orçamento”.

Ligação de Donald Trump a Lula

Edvaldo Magalhães comentou, ainda, um tema de repercussão internacional, que foi o telefonema do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu gostaria de chamar a atenção de cada um de vocês para o episódio de repercussão internacional de ontem. O presidente do Estados Unidos pegou um telefone, e a iniciativa foi dele, para ligar para o presidente Lula. Esse fato de repercussão geral traz para nós uma reflexão: àqueles que são cometidos ainda pela doença que cega, do extremismo, do bolsonarismo doentio, deveria refletir muito sobre o episódio de ontem”, pontuou.

Para o deputado, “a discussão é no campo da política e se deve dar sempre no campo da política. Àqueles que trabalharam para sabotar o país, pedindo sanções, traindo a sua pátria, que tudo fizeram para vender uma narrativa, ficaram com o pincel na mão, como diz a minha mãe: com a cara de tacho, sem saber o que dizer agora, porque se expuseram de forma ridícula. Ontem o que foi visto foi a altivez, a defesa do país, a postura de soberania. O rasgar com qualquer teoria do chamado ‘vira-latismo’. Um país que se dar o respeito, que tem altivez, que se conduz de forma respeitosa. Ontem o leão forte do Norte pediu arrego. Ligou para reabrir as negociações. Os americanos estão tomando um café mais caro porque está faltando o café brasileiro. É de economia que estamos falando e não de ideologia maluca”.

Por: Assessoria.
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