Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jovem morre em hospital após ataque a tiros dentro de casa no interior do Acre
  • Acidente entre motos aquáticas deixa jovem gravemente ferida em Rio Branco
  • Jovem fica ferido após queda de motocicleta
  • Colisão entre motos em rodovia no Acre deixa casal ferido; um dos condutores foge do local
  • “Parece um milagre”: chegada de ressonância emociona famílias em Brasileia
  • Em Rio Branco, população em situação de rua triplica em seis anos
  • De saída para Cruzeiro do Sul, homem é preso dentro de ônibus em Rio Branco
  • Cemaden aponta risco moderado de inundação no Vale do Juruá neste domingo (03)
  • Programas sociais e benefícios injetam R$ 2,1 bilhões na economia do Acre
  • Casos de lesões na pele geram alerta no interior do Acre e Sesacre se pronuncia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Criação de gado, desmatamento e caça ilegal: invasão em Terra Indígena é investigada no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.9 de março de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento para apurar denúncias de invasão à Terra Indígena Huni Kuin (Kaxinawá) Seringal Independência, localizada no município de Jordão, no interior do Acre. A investigação busca verificar a atuação de grileiros e madeireiros acusados de desmatar áreas da floresta, retirar madeira nobre e instalar estruturas para criação de gado dentro do território indígena.

As denúncias foram apresentadas por organizações indígenas da região e indicam que a área já pode ter cerca de 200 hectares de floresta derrubada, o equivalente a mais de 250 campos de futebol. Segundo relatos das lideranças, além do desmatamento, os invasores teriam construído instalações no local, incluindo moradia, acesso à internet e estruturas para manter mais de 600 cabeças de gado.

De acordo com informações encaminhadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) ao MPF, análises de imagens geoespaciais já apontavam, desde agosto de 2025, a expansão de áreas desmatadas dentro da terra indígena. O órgão afirma que a situação representa dano significativo aos direitos territoriais do povo Huni Kuin e ao equilíbrio ambiental da região. A fundação informou ainda que disponibilizou agentes para planejar uma ação conjunta em resposta às denúncias feitas pelas comunidades.

Invasão com gado e extração de madeira leva MPF a investigar área indígena no Acre

A liderança indígena Siã Huni Kuin, responsável por cerca de 37 aldeias na região, afirma que os invasores têm explorado principalmente madeiras consideradas “de lei”, como aguano e cedro, valorizadas no mercado por sua resistência e durabilidade. Segundo ele, as atividades ilegais incluem ainda a caça de animais silvestres com o uso de cães, prática identificada durante vistoria realizada por representantes indígenas na área.

A denúncia mais recente foi formalizada pela Associação dos Seringueiros Kaxinawá do Rio Jordão (Askarj), responsável juridicamente pela Terra Indígena Seringal Independência e por outras áreas indígenas da região. De acordo com o relatório da entidade, parte da madeira retirada ilegalmente foi transportada pelo Rio Jordão no início de janeiro de 2026.

O caso também é acompanhado pela Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (Opirj). O coordenador da entidade, Francisco Pyãko, alerta para a pressão crescente de atividades ilegais na região de fronteira com o Peru, incluindo exploração madeireira, garimpo e até presença do crime organizado.

Além da investigação sobre a invasão, o MPF também acompanha o cumprimento de uma decisão judicial que determinou à Funai a instalação de placas para sinalizar os limites da terra indígena. A medida foi determinada após ação movida pelo órgão em 2023 e tem como objetivo reforçar a proteção territorial e prevenir novas invasões.

*Com informações O Globo

Por: Contilnet.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.