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Entenda como elenco do Flamengo enxergou reta final do trabalho de Filipe Luís e encarou demissão

Por Redação Juruá em Tempo.4 de março de 20265 Minutos de Leitura
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A demissão de Filipe Luís durante a madrugada de terça-feira estremeceu o elenco do Flamengo. A notícia foi recebida com surpresa pelos jogadores que, em sua maioria, apoiavam o trabalho realizado mesmo em meio à crise que marca o início do ano. O dia de ontem foi recheado de mensagens de apoio e agradecimento do grupo nas redes sociais, e a visita do treinador ao Ninho do Urubu para se despedir dos funcionários e dos agora ex-comandados.

Filipe foi comunicado da demissão pelo diretor José Boto ao término da coletiva após a goleada do Flamengo por 8 a 0 sobre o Madureira, pelo Carioca. Naquele momento, o elenco havia deixado o Maracanã e não houve a possibilidade de despedida nos vestiários.

A programação inicial do departamento de futebol previa folga no dia de ontem. No entanto, foi marcado um treino no Ninho do Urubu, iniciado às 15h. Esta foi a oportunidade para Filipe se despedir do elenco pessoalmente. Ele ficou no Ninho por, pelo menos, duas horas. Na saída, cumprimentou rapidamente torcedores presentes no portão do CT.

Neste conturbado início de temporada, marcado pelo mau desempenho da equipe e os vice-campeonatos na Supercopa do Brasil e na Recopa Sul-Americana, um dos problemas apontados é o de que Filipe havia perdido o apoio no vestiário. Mas não era bem assim.

Alguns jogadores realmente estavam insatisfeitos pelos poucos minutos que estavam recebendo com o treinador, e com algumas decisões de Filipe. Um dos nomes que externou até o desejo em sair do Flamengo foi o atacante Everton Cebolinha.

No geral, porém, Filipe Luís contava com a simpatia dos jogadores, que sentiram o baque. Arrascaeta, Bruno Henrique e Léo Pereira eram exemplos de lideranças importantes no vestiário e que foram colegas do treinador em campo. Todos fizeram fortes agradecimentos em seus perfis nas redes sociais.

— Você sempre vai ser um dos nossos, gratidão infinita. Às vezes você nunca saberá o valor do momento até que se torne uma lembrança — escreveu Arrascaeta.

— Você foi um exemplo de profissional nessa nova fase do clube desde quando chegou. Foi ídolo como jogador, e como treinador também. Histórico. Nada e ninguém irá apagar a sua história. Boa sorte pra você e toda sua comissão, estarei sempre torcendo por vocês — disse Bruno Henrique.

Contratado em meados do ano passado e ainda contestado pela torcida, Emerson Royal também chamou atenção em seu discurso:

— Muito obrigado por tudo, por cada detalhe que sabemos internamente! Tudo que fez pelo meu desenvolvimento e pelo carinho que você tem por mim. Mais uma vez, obrigado por tudo — declarou o lateral.

O grupo já tem novo comandante. Leonardo Jardim, ex-Cruzeiro, estava acertado desde a segunda-feira e chegou ontem ao Rio de Janeiro para assinar contrato até 2027. Ele estreará no comando do time na final do Carioca, contra o Fluminense, neste domingo.

Blindagem gerou centralização

Conforme informou o blog do Diogo Dantas, havia rusgas que partiam do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, pela forma que Filipe blindou o time. A leitura de alguns profissionais do dia a dia é a de que ele mantinha as suas convicções e aos poucos não ouvia mais quem estava ali para pensar no melhor para o Flamengo.

Segundo o blog, esse cenário aconteceu em relação a preparação para a temporada 2026 e as escolhas para a equipe. Alguns atletas mais próximos entendiam e apoiavam as ideias, outros começaram a torcer o nariz.

Na parte física, processos que normalmente eram implementados no dia a dia passaram a sofrer mais resistência do elenco. Os funcionários acabavam seguindo o que a comissão técnica determinava. A queda de desempenho nos primeiros jogos do elenco principal ligou o sinal vermelho.

Havia a sensação de que o ambiente era cada vez mais formado por “amigos” de jogadores e do técnico Filipe Luís. Com vitórias e títulos, isso se fortaleceu. E o comando passou a vir de dentro.

Quando os problemas começaram a aparecer em 2026, esse “sistema” não tinha mais escuta e quem falasse alguma coisa temia ser visto como do contra. Mas havia problemas desde o ano passado.

Há relatos de indisciplinas e exageros de atletas em relação a condições em que se apresentavam para os treinamentos e constrangiam os profissionais do dia a dia do CT.

Neste ponto, o blog aponta que chamou atenção o tratamento dado a Gonzalo Plata, já multado por atrasos, em relação a conduta com o centroavante Pedro, criticado publicamente por Filipe após o Mundial de Clubes.

Também se notou resistência de jogadores para seguir o que era determinado pelos profissionais do clube na parte física, que no fim das contas acabava alinhada às decisões da comissão técnica.

Filipe justificava as escolhas pelas condições dos jogadores para desempenhar o que ele queria. Isso o fez perder prestígio com nomes como Cebolinha e Luiz Araújo, por exemplo.

Por: O Globo.
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