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Justiça condena pastor por maus-tratos e desvio de R$ 160 mil de irmão deficiente

Por Redação Juruá em Tempo.9 de março de 20262 Minutos de Leitura
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O pastor Carlos Mendes de Carvalho foi condenado por dopar e abandonar o irmão idoso, pessoa com deficiência. Além de deixar o irmão em estado sofrível com 42 quilos, o religioso contraiu dívida de R$ 160 mil em nome da vítima. Carlos assumiu a responsabilidade pelo irmão em 2018. A vítima possuía uma renda mensal de aproximadamente R$ 7 mil. O caso aconteceu em Sobradinho II, no Distrito Federal.

O religioso foi julgado por crimes de negligência severa, maus-tratos e exploração financeira contra o próprio irmão, um idoso com deficiência que estava sob sua tutela. As investigações revelaram que a vítima, debilitada e sem assistência, chegou a pesar apenas 42 quilos.

Carlos Mendes assumiu a responsabilidade pelo irmão em 2018. A vítima possuía uma renda mensal de aproximadamente R$ 7 mil, o que, segundo a acusação, teria motivado o interesse do pastor. O que deveria ser um ambiente de cuidado tornou-se um cárcere de sofrimento.

Em 2021, durante uma visita inesperada, familiares encontraram o idoso em estado “cadavérico”. Ele estava impossibilitado de falar ou andar, coberto por feridas e dopado com altas doses de calmantes. Relatos chocantes indicam que o homem passava dias sem a troca de fraldas, vivendo em condições insalubres.

Além da violência física, o pastor provocou um colapso nas finanças do irmão. A investigação descobriu que Carlos contratou diversos empréstimos consignados em nome da vítima, acumulando uma dívida de R$ 160 mil. O rombo comprometeu o sustento do idoso até o ano de 2030.

Após análise de recurso, a Justiça fixou a pena do pastor em um ano e onze meses em regime aberto. A sentença também determina a devolução de R$ 90 mil à vítima como reparação parcial pelos danos causados.

No entanto, a execução da pena enfrenta um obstáculo: o condenado não foi mais localizado pelas autoridades. Carlos Mendes é considerado foragido do cumprimento das medidas restritivas e do pagamento da indenização. Enquanto isso, a família tenta reconstruir a dignidade e a saúde do idoso, que segue em recuperação.

Por: redação.
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