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Economia acreana cresce em ritmo acelerado, aponta estudo do Itaú Unibanco

Por Redação Juruá em Tempo.4 de setembro de 2018Updated:6 de setembro de 20183 Minutos de Leitura
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Um estudo divulgado pelo Itaú Unibanco revelou que o Acre é um dos estados do país que tem ido na contramão da crise político-econômica que assola o Brasil, registrando no fim do segundo trimestre um crescimento de 3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) no final de junho deste ano.

O crescimento está acima da média de toda a economia brasileira, que cresceu apenas 0,2% no segundo trimestre. Já a projeção de crescimento dada para o fim deste ano pelo próprio Itaú é de apenas 1,3%.

O Acre desponta junto com toda a região Norte no crescimento do PIB neste segundo semestre. Com exceção do Amapá, todas as economias do Norte tiveram uma leve aceleração no crescimento econômico, segundo o estudo. O Acre ainda se destacou por ter resultados semelhantes a Rondônia (3,4% de crescimento) e Pará (3,1).

Resultado de investimentos

O resultado favorável de crescimento do PIB do Acre reflete a série de investimentos no setor produtivo feitos ao longo da gestão do governador Tião Viana principalmente em todas as cadeias produtivas do estado, gerando emprego e renda, como destaca a chefe da Casa Civil, Márcia Regina Pereira.

“Nós estamos muito felizes porque isso mostra os resultados de um trabalho acertado que começou há oito anos com o governo Tião Viana, mas que na verdade, vem de uma série de políticas públicas continuadas e estamos vendo que todo investimento feito na infraestrutura, saúde e economia, na produção rural, proporcionam esse efeito que o Itaú mostrou: mais renda, fazendo o Acre crescer e mostrando que o modelo está acertado. Só na construção civil esse ano, nós estamos com obras que estão gerando mais de dois mil empregos diretos. Então isso traz reflexos diretos na economia”, destaca a chefe da Casa Civil.

Até o fim de 2018, Tião Viana deve chegar a impressionante marca de R$ 500 milhões investidos somente no setor produtivo em toda a sua gestão.

Outro dado que merece atenção é o fato de que, com 87% de floresta nativa e produtiva, o Estado tem impulsionado uma produção diversificada, ocupando de maneira sustentável os 13% de áreas abertas, através de uma política de desenvolvimento econômico e social com preservação do meio ambiente e compromisso em eliminar o desmatamento ilegal.

O uso sustentável dos produtos florestais posicionou o estado como o segundo maior produtor de castanha-do-brasil (IBGE 2016), com 8,7 mil toneladas comercializadas. A consolidação de uma economia industrial, com distribuição de renda e inclusão social, tem agregado valor aos produtos florestais madeireiros e não madeireiros, como é caso da borracha, açaí, castanha e produtos fitoterápicos.

Somente em 2017, o Estado aportou mais R$ 100 milhões na agricultura familiar, atendendo 15 mil famílias agrícolas diretamente. Até o fim de 2018, o governo vai destinar R$ 137 milhões no fomento às cadeias produtivas, assistência técnica, ações de mecanização e outros benefícios.

Como resultado da boa aplicação de políticas públicas no Acre, o estado se tornou o quarto do país com maior crescimento acumulado do Produto Interno Bruto (PIB), apontado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em sua economia, o estado apresentou aumento de 81,2% em treze anos. Isso significa que a unidade federativa acreana saiu de um PIB de R$ 2,971 bilhões em 2002 para R$ 13,622 bilhões em 2015. Com informações do Página 20.

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