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Coronavírus: endividamento no Brasil bate recorde e deve aumentar

Por Redação Juruá em Tempo.10 de junho de 20202 Minutos de Leitura
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O endividamento dos brasileiros atingiu recorde no último mês de março, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Após ter recuado a 65,1% em fevereiro, o porcentual de famílias com dívidas saltou para 66,2% este mês, o maior patamar da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em janeiro de 2010.

A inadimplência também subiu e a expectativa da entidade é que aumente por causa do coronavírus. De acordo com o levantamento da CNC, o porcentual de famílias com dívidas ou contas em atraso chegou a 25,3% em março, contra 24,1% no mês anterior.

O levantamento considera como dívidas as contas a pagar em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro.

O total de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 9,7% em fevereiro para 10,2% em março. Os indicadores também registraram aumento no comparativo anual.

De acordo com a CNC, março registrou a segunda alta consecutiva do porcentual de famílias sem condições de pagar as dívidas em dia. Em janeiro, este item chegou a recuar ao menor porcentual em oito meses.

A coleta dos dados desta Peic ocorreu entre 20 de fevereiro e 5 de março, anteriormente à semana em que a pandemia da covid-19 se difundiu no Brasil. “Mesmo assim, nota-se uma piora nos indicadores de inadimplência, o que possivelmente deverá se acirrar nos meses à frente, pois a tendência é que os consumidores encontrem mais dificuldades para pagar suas contas sem atraso”, diz a nota da CNC.

Em relação à capacidade de pagamento das famílias, a instituição chama a atenção para dois pontos: o terceiro aumento mensal consecutivo da parcela média da renda comprometida com dívidas, que chegou a 30% em março; e a proporção das famílias que se declararam muito endividadas, que aumentou de 15% em fevereiro para 15,5% em março, além de ter registrado alta de 2,5% na comparação anual.

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