Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • No Acre, mulher é espancada pelo marido após ter foto curtida pelo ex
  • Prefeitura abre inscrições para processo seletivo na Educação com salários de até R$ 5,5 mil; veja detalhes
  • Servidor público perde mais de R$ 20 mil em apostas online e aciona Justiça por superendividamento
  • Inmet emite alerta de chuvas intensas para o Acre com risco de ventos e alagamentos
  • Vice-prefeito Guarsônio Melo comemora instalação de internet em comunidades rurais de Porto Walter
  • No Acre, justiça mantém tornozeleira em advogado acusado de dupla tentativa de homicídio
  • Mulher de 40 anos morre após se engasgar com chiclete em culto religioso
  • Papa Leão XIV denuncia violações à liberdade de imprensa no Vaticano
  • Vini Jr. reage a rumores de término com Virginia Fonseca
  • Wesley Safadão rebate críticas sobre cachês públicos: “Não é crime
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, maio 4
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Covid-19: Anvisa libera testes de vacina chinesa em quatro estados e no DF

Por Redação Juruá em Tempo.4 de julho de 2020Updated:5 de julho de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

VEJA – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou na noite de sexta-feira, 3, testes brasileiros com a vacina desenvolvida pela empresa Sinovac Biotech Co., Ltd, sediada na China. A autorização foi solicitada pelo Instituto Butantan, em São Paulo, e as análises devem ocorrer em diversas regiões brasileiras.

“A vacina (CoronaVac) adsorvida Covid-19 (inativada) será estudada com o objetivo de avaliar a sua segurança e eficácia na imunização ativa contra a doença causada pelo novo coronavírus”, diz um comunicado publicado pela Anvisa. No mesmo texto, a entidade aponta que realizou uma série de reuniões com equipes do Butantan e da Sinovac para alinhar requisitos técnicos para os testes.

O medicamento em questão é feito a partir de cepas inativadas do novo coronavírus. A proposta prevê o teste de 9.000 pessoas no país, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e no Distrito Federal. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros regionais que conduzem a pesquisa.

A Anvisa ainda informou que realizou análises dos dados de etapas anteriores do desenvolvimento da vacina (em humanos saudáveis e animais). Após avaliar esses documentos, a entidade classificou o medicamento como seguro. “Esses estudos demonstraram segurança e imunogenicidade favoráveis com o esquema de duas doses da vacina”, descreve o informativo publicado pela agência.

A data de início dos testes caberá ao patrocinador dos estudos. Em São Paulo, já foi anunciado que há a previsão para começo dos trabalhos na próxima semana.

A parceria foi anunciada inicialmente em 11 de junho, pelo governador João Doria (PSDB). Até então, o desenvolvimento previa apenas a união de forças entre o Instituto Butantan e a Sinovac. Nesta semana, foi divulgado o aumento da força-tarefa para os outros estados citados pela Anvisa. Segundo o comunicado de Doria em 1º de julho, devem participar da análise doze centros de saúde brasileiros como os Hospitais das Clínicas de São Paulo e Ribeirão Preto, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a Universidade de Brasília, no Distrito Federal, entre outros.

Outro teste para o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus no Brasil foi autorizado pela Anvisa em 2 de junho. Trata-se de um fármaco desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. De acordo com o Ministério da Saúde, os testes ocorrerão no Rio de Janeiro, em São Paulo e na Bahia. Em entrevista a VEJA no mês de junho, o presidente da AstaZeneca no Brasil, Fraser Hall, afirmou que o objetivo da organização é entregar a vacina ao país ainda neste ano.

Corrida para o desenvolvimento

Em todo o mundo, existem pelo menos 135 grupos trabalhando no desenvolvimento de vacinas para a Covid-19. Espera-se que alguma delas seja entregue no mercado até o fim de 2020. Neste prisma, é visto com otimismo anúncios de sucesso com testes em humanos, como fez a Pfizer nesta semana, ao atestar a produção de anticorpos neutralizantes no grupo de voluntários que entraram em contato com seu medicamento. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mais avançado dos medicamentos é o produzido pela Universidade de Oxford — e testado no Brasil.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.