Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Vídeo: Confusão entre mulheres é registrada durante o show da cantora Joelma em Cruzeiro do Sul
  • Em Cruzeiro do Sul, menino de 10 anos usa tampa de caixa d’água como canoa para ajudar no sustento da família
  • Acre terá fim de semana quente e abafado antes da chegada de onda de frio polar, diz Friale
  • No Acre, rede de supermercados antecipa debate nacional e testa escala 5×2: “decidimos não esperar”
  • Natanzinho Lima é atração confirmada na Expoacre Juruá 2026
  • Mulher é brutalmente agredida como forma de “disciplina” em distribuidora de Rio Branco
  • Facção sequestra e executa rival após manter mãe e filha reféns em Rio Branco
  • Fã de Porto Walter vence competição de dança com Joelma em Cruzeiro do Sul
  • Multidão vai à Festa do Trabalhador com show de Joelma em Cruzeiro do Sul
  • Região Norte ganha espaço na logística e exportações
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, maio 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Edvaldo diz que decreto do governo é um contrabando jurídico e apresenta ‘remédio legislativo’ para sustar efeitos

Por Redação Juruá em Tempo.18 de agosto de 20202 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) apresentou nesta terça-feira (18) um decreto legislativo para sustar os efeitos do parágrafo único contido no Decreto 6.398 de julho de 2020, publicado pelo governo do Estado, que cria o cartão Avancard, que concede adiantamento de salário do servidor público em até 15%. Entretanto, a Assembleia já aprovou uma alteração no estatuto do Servidor que limita em 35% o percentual para empréstimos consignados.

Em outras palavras, o decreto exorbitou a competência da lei aprovada no plenário da Aleac, portanto, é considerado inconstitucional. Nesse sentido, Edvaldo Magalhães disse que o decreto do governo do Estado traz um “contrabando jurídico”.

“Traduzindo de forma bem didática e popular, o decreto, que o governador publicou para regulamentar a alteração que a nossa Assembleia fez, traz um contrabando jurídico. Traz a possibilidade de uma grande negociata com o salário dos servidores públicos. Comete um crime porque o parágrafo é completamente ilegal”, disse o parlamentar.

Edvaldo Magalhães frisou que Assembleia e a Comissão de Serviço Público debateram intensamente sobre a discussão da alteração do estatuto do servidor, na questão dos consignados. “Era preciso estabelecer no estatuto o teto e pactuamos que o teto seria de 35%. Portanto, sobre o conjunto da remuneração de qualquer servidor, só se pode descontar 35%. O decreto não pode burlar a lei, o decreto não pode legislar no lugar do plenário da Assembleia Legislativa”.

Ao falar sobre o subsídio da borracha, Edvaldo Magalhães agradeceu o esforço da Procuradoria Geral do Estado (PGE), que concedeu parecer favorável ao pagamento de títulos atrasados referentes a 2019 e os primeiros meses de 2020. Após audiência da Comissão de Serviço Púbico, Trabalho e Municipalismo, que contou com a presença do secretário de Estado de Produção e Agronegócio, Edivan Maciel; representantes da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplan), da procuradora do Estado, Janete Melo; e de Manoel Monteiro, da Cooperacre, chegou-se a um entendimento.

  • Assessoria.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.