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Confiança no hexa despenca às vésperas da Copa do Mundo de 2026, aponta Datafolha

Por Redação Juruá em Tempo.15 de abril de 20263 Minutos de Leitura
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O Brasil ainda é favorito? A menos de dois meses da abertura da Copa do Mundo de 2026, a confiança dos brasileiros na seleção atinge o menor nível em quase três décadas. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (15), apenas 29% da população acreditam no título da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O torneio será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

No levantamento, a França aparece como principal alternativa ao Brasil, com 17% das menções, seguida por Argentina e Alemanha, com 4% cada. Outros países, como Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra, foram citados por ao menos 1% dos entrevistados. A soma dos rivais (34%) supera o índice brasileiro, indicando perda de protagonismo histórico.

Queda histórica e divisão entre torcedores

O percentual atual renova o recorde negativo registrado em julho de 2025, quando 33% ainda apostavam no título após a chegada de Ancelotti. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios, entre 7 e 9 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Há diferenças relevantes entre grupos. Entre homens, 26% confiam no hexa, contra 32% entre mulheres, empate técnico dentro da margem de erro. No público masculino, a França chega a aparecer numericamente à frente do Brasil, com 27%.

A percepção também varia politicamente: entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, 36% apontam o Brasil como favorito. Já entre apoiadores de Flávio Bolsonaro, o índice cai para 26%.

Apesar da estabilização recente, com classificação garantida e comando definido, a seleção ainda enfrenta questionamentos. A equipe não consolidou uma identidade em campo, enquanto a Confederação Brasileira de Futebol segue marcada por crises institucionais.

O pessimismo se reflete também nas projeções para o torneio: 46% dos brasileiros acreditam que o Brasil não passará das quartas de final, fase em que caiu nas Copas de 2018 e 2022.

Resultados recentes ajudam a explicar o cenário. A derrota por 2 a 1 para a França, mesmo com vantagem numérica em campo, expôs fragilidades. A vitória por 3 a 1 sobre a Croácia amenizou o ambiente, mas não dissipou dúvidas sobre a competitividade da equipe.

Desde 1994, o Datafolha mede a confiança no título brasileiro. Até 2014, os índices superavam 56%, com pico em 2006. Após o traumático 7 a 1 para a Alemanha, no Mundial disputado no Brasil, a relação entre torcida e seleção se deteriorou. Desde então, o favoritismo nunca mais se consolidou plenamente.

Agora, às vésperas de mais uma Copa, o país que construiu sua identidade em torno do futebol chega ao torneio sob um cenário raro: menos esperança do que dúvida.

Por: O Globo.
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