O número de mulheres que criam os filhos sem a presença de um cônjuge ou outros parentes chegou a 7,8 milhões no Brasil, segundo dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira (11). No Acre, esse percentual corresponde a 18,49% das unidades domésticas do estado.
Em nível nacional, essa configuração familiar passou de 11,6%, em 2000, para 13,5% do total de domicílios do país. Os estados com as maiores proporções são Sergipe (21,61%), Bahia (20,4%) e Amapá (20,23%). Na outra ponta, Santa Catarina registra o menor índice, com 12,3%.
No recorte regional, o Acre ocupa posição intermediária entre os estados da Amazônia Legal. Rondônia tem 14,08%, o Amazonas, 17,88%, e Roraima, 17,69%. O Amapá, com 20,23%, é o estado da região Norte com maior concentração de mães solo.
No caso dos homens que criam os filhos sem cônjuge, a monoparentalidade subiu de 1,5% para 2,0% no mesmo período, o que representa 1,2 milhão de homens em todo o país. Os dados completos estão disponíveis no portal censo2022.ibge.gov.br/panorama.

