Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Vice-prefeito Guarsônio Melo comemora instalação de internet em comunidades rurais de Porto Walter
  • No Acre, justiça mantém tornozeleira em advogado acusado de dupla tentativa de homicídio
  • Mulher de 40 anos morre após se engasgar com chiclete em culto religioso
  • Papa Leão XIV denuncia violações à liberdade de imprensa no Vaticano
  • Vini Jr. reage a rumores de término com Virginia Fonseca
  • Wesley Safadão rebate críticas sobre cachês públicos: “Não é crime
  • Comando Vermelho avança no garimpo ilegal na divisa entre Acre e Peru
  • Rayane Figliuzzi abre o jogo sobre relação com Belo
  • Acreano tem 65% do corpo queimado em explosão e é levado para UTI em Manaus
  • Justiça do Acre inocenta Sebastião Fonseca em processo do Depasa
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, maio 4
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Esporte

Leonardo Jardim assume culpa por empate do Fla: ‘Mudanças baixaram nível’

Por Redação Juruá em Tempo.4 de maio de 20265 Minutos de Leitura
Flamengo’s Portuguese head coach Leonardo Jardim speaks as he is presented to the press at Flamengo’s training center Ninho do Urubu in Vargem Grande neighborhood, southwestern zone of Rio de Janeiro, Brazil, on March 5, 2026. (Photo by MAURO PIMENTEL / AFP)
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Para o técnico Leonardo Jardim, as mudanças que ele fez durante o clássico entre Flamengo e Vasco, não surtiram o efeito desejado e baixaram o nível do rubro-negro em campo – a equipe vencia por 2 a 0 e levou o empate na reta final.

O que Leonardo Jardim disse na coletiva pós-jogo

O treinador português avaliou que o principal erro do Flamengo no fim do jogo foi ceder espaços para os cruzamentos do Vasco. A equipe cruzmaltina marcou duas vezes em lances de bola aérea.

Posso dizer que tivemos 75 minutos aceitáveis, com dois gols e mais algumas finalizações. Depois, entregamos o jogo ao adversário: deixamos de ganhar duelos, deixamos de pressionar nos corredores, eles cruzaram com muita facilidade e fizeram dois gols assim. Isso prejudica o jogo. O Flamengo tem que jogar. Essa é a mensagem que deixei aos jogadores.

Sou o grande responsável porque não consegui colocar na equipe jogadores que mantivessem o nível de exibição dos primeiros 70 minutos. A gente quebrou. E o adversário, pelo contrário, reagiu e teve domínio de bola, justificando o empate pelo volume de jogo que teve no fim.Leonardo Jardim

O técnico lamentou as ausências de Arrascaeta, Lucas Paquetá e Carrascal, mas ponderou que o time tinha condições de ganhar.

“Quando um jogador entra e o time está ganhando, tem mais responsabilidade. Quando o time está perdendo, o que vem é lucro, mas quando está ganhando, é necessário segurar o resultado. Isso tem que ser uma diretriz marcante na nossa equipe.”

“Não pudemos utilizar os três meias. Com certeza, perdemos algumas bolas no jogo por conta das adaptações que fizemos. […] É importante ter os meias porque nosso jogo é elaborado para jogar com pontas, meias e atacantes. Hoje tivemos os meias de fora. Mas não é uma justificativa para o empate.”

Com o empate, o Flamengo chegou a 27 pontos, seis a menos que o Palmeiras, que também empatou na rodada. Agora, a equipe rubro-negra volta as atenções para a Libertadores – o time visita o Independiente Medellín (COL) na próxima quinta (7).

O que mais ele disse

Como conter pressão com cruzamentos? Tem duas formas de lidar com o cruzamento. A primeira é evitá-los. Nós facilitamos esse tipo de jogo por não sermos agressivos nos corredores. E segundo, temos que ganhar duelos dentro da área, temos que ter atenção.

No jogo da Libertadores, o Estudiantes jogava desse jeito. E o Vasco também se aproveitou disso. Sabíamos que o Vasco estava menos cansado e que poderia forçar mais no fim do jogo. Do nosso lado, repetimos alguns jogadores, mas com nosso elenco, poderíamos ser maduros e controlar o jogo. A responsabilidade é minha.

Se temos a bola controlada, o adversário não joga. Quando o adversário jogar, temos que pressionar para eliminar as jogadas na origem. Eles também têm jogadores fortes para cabecear e para ganhar duelos. Então, foi uma questão de escala: deixamos de jogar, não evitamos os cruzamentos, e perdemos os duelos. Mas os duelos já são a parte final.

Substituições: As mexidas tiveram o objetivo de reforçar o meio-campo, de reter mais a bola, e de ter alas mais rápidos e defender os laterais. O Plata era o melhor em campo. Eu não ia tirá-lo. Decidi não mexer no volante porque queríamos manter uma certa estrutura na bola parada, mas um dos gols saiu justamente assim.

Os cruzamentos eram a arma deles. Os pontas chegavam e tentavam cruzar. O Alex Sandro é o jogador mais forte nesse tipo de jogo. A 10 minutos do fim, eu não ia colocar o Ayrton em uma situação que não é a melhor dele. Se fosse para mudar o resultado, eu colocaria, para dar qualidade na construção ofensiva. O problema não foi a pressão dos laterais, acho que foi os pontas não terem sido mais agressivos na marcação.

Recuperação de Plata e Pedro: Quando cheguei aqui, o Plata e o Pedro estavam em um momento difícil, de baixo rendimento, e eu valorizei porque são jovens e já provaram a qualidade no passado. Foi essa reabilitação que quisemos. Tivemos uma conversa aberta sobre as regras da equipe. O Plata foi reintegrado. Hoje, o Plata é crucial: atitude, entrega, performance.

Expulsão contra o Estudiantes: Minha expulsão foi injusta como a do técnico do Estudiantes. O goleiro deles empurrou o Royal, o outro jogador chegou a dar uma cotovelada e, depois, criou-se uma situação, achei que seria algo mais grave, entrei em campo e o meu colega também. Quando voltamos, fomos expulsos.

Evertton Araújo ou Pulgar? O Evertton Araújo é fundamental, tanto que temos usado muito. Mas o Erick é extraordinário. Quando se recuperar, vai treinar e mostrar competência. Hoje, se ele estivesse 100%, entraria no jogo para equilibrar a equipe no meio. Gosto muito dele. Espero que todos os lesionados se recuperem porque o desgaste é grande e precisamos de todos.

Estratégia inicial: Já jogamos com três volantes desde o início. Quando fazemos isso, os pontas têm que ser mais agressivos, atacar mais a área. Senão o jogo fica muito circulado e pouco na zona central. E eu gosto de ter três, quatro jogadores dentro da área, acho que as equipes grandes tem que ter esse volume de jogo e essa presença de área. Por isso, não gostaria de ter três volantes hoje.

Por: UOL.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.