Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mais de 58 milhões de pessoas já podem recuperar a conta no GOV.BR em minutos
  • Guardião, a onça mais velha em cativeiro no Brasil, completa 25 anos
  • Adolescente esfaqueia a própria mãe durante festa de aniversário em família
  • Em troca de visibilidade, Virginia Fonseca aceita cachê modesto no Domingão
  • Casimiro provoca Globo e SBT por campanha para público ver a Copa na TV
  • João Silva diz que é cobrado por Faustão e explica por que voltou a morar com os pais
  • Casal de jovens morre após carro cair em barranco em rodovia
  • 45 de 52 universidades brasileiras caem em ranking internacional
  • Como recuperar o desejo sexual na era da ansiedade, da pressa e da imediatidade
  • Menino de 12 anos morre atingido por bala perdida enquanto brincava em parquinho
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, junho 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Com assinaturas de Márcio Bittar e Sérgio Petecão, Senado avança com ‘PEC da Hora Flexível’ para rebater fim da escala 6×1

Por Redação Juruá em Tempo.1 de junho de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O debate nacional sobre as leis trabalhistas ganhou um novo capítulo que mexe diretamente com o bolso e a rotina do trabalhador, impulsionado por representantes do Acre no Congresso. Avança no Senado Federal a discussão sobre a chamada “PEC da Hora Flexível” (Proposta de Emenda à Constituição nº 12/2026). O projeto foi apresentado pela oposição em Brasília como uma contraofensiva para barrar a proposta que tenta extinguir a escala 6×1 (aquela em que se trabalha seis dias para folgar apenas um).

A medida ganhou forte repercussão na política local porque, das 40 assinaturas de senadores necessárias para que o projeto começasse a tramitar, duas vieram da bancada do Acre: os senadores Márcio Bittar (PL) e Sérgio Petecão (PSD). Com o apoio deles, o texto alcançou o quórum e deu o seu primeiro passo oficial no Congresso.

A ideia central da proposta é criar o modelo de “trabalho por hora”. Hoje, a maioria das pessoas contratadas com carteira assinada (CLT) recebe um salário fixo por mês para cumprir uma jornada padrão de trabalho.

Com o novo formato, a regra muda:

  • Salário por hora: O trabalhador passa a receber estritamente pelas horas que trabalhou no mês. Se a empresa precisar de menos horas em uma semana, o funcionário trabalha menos e recebe menos; se precisar de mais, ele trabalha mais e recebe mais.
  • Direitos proporcionais: Direitos garantidos por lei, como o 13º salário, as férias e o dinheiro depositado no FGTS, deixam de ter como base o salário mensal cheio e passam a ser calculados e pagos de forma proporcional às horas trabalhadas.

Defendida pelo autor principal do projeto, senador Rogério Marinho (PL-RN), e por setores do comércio e de serviços, a proposta é apontada como uma alternativa de modernização que protege o ambiente de negócios. Os defensores alegam que o modelo, inspirado em leis dos Estados Unidos, garante maior liberdade de escolha e autonomia para que o próprio trabalhador combine seus horários diretamente com o patrão, definindo jornadas reduzidas ou estendidas de acordo com sua conveniência.

Por outro lado, sindicatos, movimentos sociais e especialistas em direitos do trabalhador criticam duramente a proposta, alertando para graves riscos à estabilidade das famílias e apontando uma inevitável insegurança financeira.

Os críticos lembram que as contas essenciais de casa, como aluguel, água, luz e alimentação, chegam com valores fixos todos os meses, enquanto no modelo por hora o trabalhador perde totalmente a certeza de sua renda mensal, ficando refém da quantidade de serviço que o patrão tem para oferecer.

Somado a isso, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) adverte que esse formato assemelha-se ao trabalho intermitente, no qual o profissional “fica na gaveta” aguardando uma convocação; dados da própria entidade indicam que a média mensal de renda nessa modalidade equivale a apenas 58% do salário mínimo, cenário que ameaça empurrar um número ainda maior de famílias para a linha da pobreza e da subocupação por insuficiência de horas.

Como o projeto conseguiu o número mínimo de assinaturas com o apoio da bancada acreana, ele foi formalmente recebido pelo Senado. Agora, a proposta aguarda a designação de um relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Por: Maria Meirelles.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.