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Entenda a séria doença por trás da obsessão em arrancar cabelos

Por Redação Juruá em Tempo.13 de dezembro de 2016
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Há pessoas que não conseguem parar de coçar ou arranhar a pele e outras não conseguem evitar de estar sempre mexendo no cabelo ou arrancando cabelos nas zonas peludas do corpo. Estas ações são impulsivas e são conhecidas por dermatotilexomania e tricotilomania, respectivamente.

São vícios que as pessoas desenvolveram como forma de aliviar o estresse e a ansiedade, conforme descreve o Independent.

“As pessoas com tricotilomania arrancam cabelo, regra geral dos cílios, sobrancelhas ou da cabeça, mas também da barba, da zona púbica e dos próprios animais domésticos”, indica um grupo de apoio a este tipo de transtornos, o Trichotillomania Support.

“Estas são condições secretas que as pessoas mantêm escondidas com maquiagem e evitando contato visual. Pode ser muito difícil de compreender o que é a tricotilomania, a exclusão social que acarreta e a melhor forma de ajudar”, acrescenta o grupo londrino.

Os tratamentos para este tipo de transtornos incluem Terapia Cognitivo Comportamental e hipnoterapia. Sem ajuda, a tricotilomania pode se tornar obsessiva.

 

Por Lifestyle.

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