Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Idoso atropelado por carreta na BR-364 não resiste aos ferimentos e morre em Rio Branco
  • Cadela que ficou meses em frente ao Hospital do Juruá tem história definida e novo lar em Cruzeiro do Sul
  • Brasileiro morre após ser esfaqueado pela companheira em Cobija
  • ‘Viúva do tráfico’ é presa pela 2ª vez em menos de três meses e tem prisão preventiva decretada
  • Veja a programação da Expoacre Juruá 2026
  • Estudante da Ufac é selecionado para participar de fórum sobre internet no Quênia
  • Holanda aplica eutanásia em criança pela primeira vez desde aprovação de lei que permite procedimento em menores de 12 anos
  • Ministro vê potencial da bioeconomia acreana e promete anunciar medidas durante visita ao estado
  • Acre segue sob alerta de declínio de temperatura; veja cidades que podem registrar queda de até 5°C
  • No Acre, pai é preso suspeito de estuprar três filhas e obrigar menino de 6 anos a presenciar violência
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, junho 25
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Segurança pública é coisa séria, rapaz!

Por Redação Juruá em Tempo.11 de junho de 20184 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

É inacreditável como ainda há pessoas que tratam o tema segurança pública como se não fosse algo capaz de merecer toda a atenção e compromisso da sociedade, em particular das autoridades constituídas.

Nesta segunda-feira, o senador Gladson Cameli usou o microfone de uma empresa de comunicação em Cruzeiro do Sul para demonstrar o quanto menospreza a seriedade quando o assunto é segurança pública.

Pré-candidato ao governo, bem ao seu estilo arrogante, afirmou ter mantido audiência com o ministro da Segurança, Raul Jungmann, e fora informado que, para as forças armadas fazer a segurança na fronteira seria necessário que o governo do Estado fizesse a solicitação.

Se realmente passou essa informação, o ministro brincou com a falta de conhecimento do senador. Se não disse, Cameli está inventando mais uma das suas histórias desprovidas de verdade.

Para que a história não prospere, é importante lembrar que o controle das fronteiras pelo Exército está previsto na Constituição. Essa atribuição também é prevista no o artigo 17 da Lei Complementar número 97, parágrafo IV, reza: é responsabilidade do Exército atuar, por meio de ações preventivas e r”epressivas, na faixa de fronteira terrestre, contra delitos transfronteiriços e ambientais, isoladamente ou em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, executando, dentre outras, as ações de:

a) patrulhamento;
b) revista de pessoas, de veículos terrestres, de embarcações e de aeronaves; c) prisões em flagrante delito.

Ao contrário do que diz Cameli, não há, portanto, a necessidade de o governo estadual acionar ninguém.

Caso o senador não saiba, também está na Constituição a atribuição da Polícia Federal na área fronteiriça.

Vejamos o que diz o texto constitucional, no artigo 144, parágrafo primeiro, inciso segundo:

§ 1º A polícia federal, instituída por lei como órgão permanente, “organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se a:

II – prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência

Pelo o que fica claro é que os órgãos federais estão deixando “de cumprir com as suas atribuições, deixando o fardo pesado para os governos estaduais.

O que também é óbvio é que Cameli se esquiva de cobrar postura e ações do governo ilegítimo de Michel Temer, a quem ele devota todo o apoio possível.

Apoiado por político tipo Gladson, Temer reduziu os recursos para o combate ao crime nas áreas fronteiriças, cortou verba das polícias Federal e Rodoviária. Isso ele não fala.

Fato é que o problema da violência é grave. Há uma disputa por território nos estados fronteiriços. O Acre tem mais de dois mil quilômetros de fronteiras abertas. É como se mais de três vezes a distância entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul ficasse aberta para os traficantes usarem e abusarem da negligência do governo federal.

As policiais acreanas trabalham duro no combate à violência, mas será difícil vencer a guerra sem que todos os entes envolvidos cumpram com as suas atribuições.

O senador deveria estudar um pouco mais, antes de andar falando as coisas sem saber sobre o que fala. Isso pode soar como total desconhecimento ou simplesmente como mentira.

Mas também é difícil esperar seriedade. No fim do ano passado, governadores de todo o país, além de países fronteiriços e ministros de Estado, se reuniram em Rio Branco para debater a questão da segurança pública e o tráfico na fronteira. O senador foi ao local, tirou uma fotografias e foi embora sem abrir a boca. Disse ter compromissos mais importantes.

A pergunta que fica: há compromisso mais importante do que debater e construiu caminhos par garantir a segurança da população?

Realmente, Gladson Cameli necessita entender que segurança pública é coisa séria demais para virar brincadeira.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.