Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Padrasto de adolescente que atacou escola em Rio Branco é preso após uso de arma no crime
  • Sinteac lamenta morte de funcionárias em ataque a escola de Rio Branco: “deixam um imenso vazio”
  • Funcionárias tentaram impedir atirador de entrar em sala durante ataque em escola de Rio Branco
  • Alunos fazem oração de mãos dadas após ataque a tiros no Instituto São José
  • Aluno que realizou tiroteio em escola participaria de grupo de ataques
  • Saiba quem são as duas funcionárias mortas em tiroteio no Instituto São José, em Rio Branco
  • Deputada expõe crise na base e alerta sobre divisão: “Reino dividido”
  • Filho de ex-professora e aluno confessa ter queimado escola no interior do Acre
  • Cavalo cai em poço e é resgatado pelos bombeiros em Cruzeiro do Sul
  • Adolescente de 13 anos, apontado como autor de tiroteio, se entrega à PM; ele usou arma do padrasto para o crime
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, maio 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Intervenção federal no RJ: chacinas aumentaram e apreensões de fuzis diminuíram, diz estudo

Por Redação Juruá em Tempo.16 de julho de 20182 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

“Muito tiroteio, pouca inteligência”. Essa é a definição dos cinco meses de intervenção ederal no Rio de Janeiro para o Observatório da Intervenção do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. O regime entrou em vigor em fevereiro.

Estudo divulgado nesta segunda-feira (16) mostra que, no período, as chacinas aumentaram 80% e as mortes em chacinas (três pessoas mortas ou mais) dispararam 128%. Outro dado é a diminuição das apreensões de fuzis, metralhadoras e submetralhadoras: 39% a menos entre fevereiro e maio de 2018, comparado ao ano anterior.

Segundo o Observatório, práticas violentas continuam predominando contra as favelas, e as operações, que mobilizam 5 mil homens, resultam em medo, mortes e poucos efeitos positivos.

Ainda de acordo com o levantamento, no período dos cinco meses de intervenção, os tiroteios e disparos aumentaram 37%.

“O resultado é o aumento daquilo de que a população tem mais medo: bala perdida, fogo cruzado e tiroteio. Até agora, a presença das Forças Armadas não resultou na percepção de que a segurança do Rio melhorou depois da intervenção”, diz o estudo.

O G1procurou a Secretaria Estadual de Segurança, que informou que não comenta dados que não são oficiais.

Na última sexta-feira (13), uma adolescente foi baleada durante operação do Comando Conjunto nas favelas de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A jovem teria sido atingida no momento em que tropas foram atacadas por criminosos, segundo o Comando Militar do Leste. Nova operação está em curso no município. No Rio, militares estão em confronto no Complexo do Alemão.

Mudanças na cúpula da intervenção

Em junho, o chefe de Gabinete da intervenção federal deixou o cargo. O general Mauro Sinott Lopes era o braço direito do general Walter Souza Braga Netto. Ele foi substituído por Paulo Roberto de Oliveira, que já era chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Leste.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.