Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Obra fantasma: Morador de Tarauacá ironiza atraso em UBS de mais de R$ 1 milhão
  • VÍDEO: jovem agredida pelo ex mostra faca cravada na porta no interior do AM
  • Pai compra revista sobre bebês e recebe após 19 anos: ‘Meus filhos já cresceram’
  • Quem era ‘Chutou’, o cão com milhões de seguidores comido em restaurante
  • TSE abre consulta para criar nova urna eletrônica para as Eleições de 2028
  • Funcionário de lanchonete é atacado com óleo quente por colega
  • Investigado por homicídio que fugiu de fórum se entrega e alega “fobia de algemas”
  • Homem tenta fugir de criminosos, mas é perseguido e executado
  • Adolescente indígena em estado grave é transferida de Eirunepé para Manaus
  • ‘Sequestramos sua mãe’: influencer grava tentativa de golpe e faz alerta
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, junho 8
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Chega ao STF investigação contra Damares por prevaricação no governo Bolsonaro

Por Redação Juruá em Tempo.13 de agosto de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Justiça Federal do Distrito Federal decidiu em abril enviar ao STF uma investigação sobre suposta prevaricação da senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, enquanto foi ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos no governo Jair Bolsonaro. O caso chegou efetivamente ao Supremo na última quinta-feira, 7, e foi distribuído a Cármen Lúcia.

O inquérito, que tramitava junto à 15ª Vara Federal de Brasília, foi aberto após declarações dadas por Damares em outubro de 2022, durante a campanha eleitoral, sobre suposta exploração sexual e tortura de crianças na Ilha do Marajó, no Pará.

Na ocasião, em 8 de outubro de 2022, em uma fala com detalhes escabrosos durante um culto em Goiânia, a bolsonarista declarou que o ministério tinha conhecimento desses crimes, inclusive por meio de fotos e vídeos, sem citar providências e investigações do governo para combatê-los. Por isso passou a ser investigada por prevaricação, ou seja, quando um funcionário público não cumpre suas obrigações ou não o faz da forma devida.

Atual presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares nunca comprovou as denúncias que fez sobre a suposta exploração sexual infantil no Arquipélago do Marajó. Em 2023, ela foi alvo de uma ação civil pública do Ministério Público Federal, que apontou disseminação de informações falsas e cobrou da ex-ministra e da União R$ 5 milhões em indenização à população da ilha por danos sociais e morais coletivos.

Ao enviar o inquérito sobre prevaricação ao Supremo, a Justiça Federal do Distrito Federal apontou como motivo o novo entendimento do STF sobre foro privilegiado. A prerrogativa agora segue valendo mesmo após autoridades deixarem o cargo, em situações que envolvam crimes cometidos durante o exercício da função pública e em razão dela. No caso de Damares, o foro é o de ministra.

Após receber os autos, na última quinta-feira, 7, Cármen Lúcia pediu na sexta-feira, 8, que a PGR se manifeste.

Por: PlatôBR.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.