Rio Branco, Acre, 24 de novembro de 2020

Fábrica de ração para peixes colhe resultados de investimentos

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Em dezembro de 2014, a fábrica de ração do Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia recebia a autorização do Ministério da Agricultura para exportar seu produto para outros estados do Brasil. Era a concretização de um sonho do governo do Estado e de produtores e sócios.

Em menos de dois anos de funcionamento, a fábrica, que une alta qualidade em tecnolgia e produtividade, além de ser a primeira do Brasil especializada em ração para peixes carnívoros, já processa o suficiente para atender o mercado local e externo.

O empreendimento já alcança a produção de 1.500 toneladas em apenas um turno de funcionamento. Segundo o gerente de operações, Ricardo Mandotti, metade da produção é comercializada em Rondônia.

Segundo o diretor da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira Neto, é muito satisfatório ver o sucesso de um empreendimento como esse, que, além do desenvolvimento econômico, cumpre o papel da inclusão social, gerando empregos na região.

Moradora do quilômetro 40 da BR-364 – próximo à Peixes da Amazônia -, Odilene Viana é uma das primeiras contratadas pela empresa. Depois de passar pelos serviços gerais, foi convidada a assumir o setor de controle de qualidade da fábrica.

“Para ajudar meu marido, antes eu trabalhava na roça e pegava pesado na colônia. Depois a gente se mudou para uma fazenda onde meu esposo trabalha, foi quando passei a só cuidar de casa. Quando passava pela frente do complexo, sempre pensava que era aqui que eu queria trabalhar. Com certeza, todo mundo daqui da região ganhou muito com esta empresa”, relatou.

Ao falar de sonhos, a jovem afirmou já ter realizado um deles com seu emprego: “Com minha renda consegui comprar meu carro, uma conquista da família”, comemorou.

O Complexo de Piscicultura do Acre agrega todo o ciclo da cadeia produtiva no mesmo local, de modo que os produtores tenham a disponibilidade de um centro de produção de alevinos, a ração para a engorda e o abate no frigorífico, garantindo, dessa forma, a venda.

“Todos os investimentos nos garantiram ter a capacidade de comprar a produção do estado. E, por ser uma demanda tão crescente de mercado, daqui um tempo a indústria poderá absorver até a produção de outros estados, fazendo essa via de mão dupla, exportando grande parte da nossa ração”, comenta Moreira Neto.

 

Com informações da Agência de Notícias do Acre.

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